PALAVRA COM SENTIDO
“…Hás-de temer o Senhor, teu Deus…” (cf. Deuteronómio 6, 2)
Só Deus é Deus e Senhor. E não há outro Deus a quem amar, servir, adorar, acreditar, rezar, agradecer… Temer o Senhor não é ‘ter medo de Deus’. Não precisamos ter medo de Deus: Ele é amor, perdão, misericórdia, alegria, paz, salvação e esperança… Temer o Senhor é reconhecer a grandeza do seu poder; a santidade do seu nome; a ternura que nos dedica; a alegria da vida que nos oferece. Temer o Senhor é acolher a sua Palavra; cumprir os seus mandamentos; responder com fidelidade aos seus apelos; confiar na sua promessa e anunciá-la com a bondade dos nossos gestos. Quem ‘teme a Deus’ procura fazer tudo para não pecar contra ele; fazer nascer no coração o receio e a tristeza de o poder ofender. O apelo feito pela palavra de Deus aponta-nos o caminho da verdade, da justiça, da caridade, da compaixão. Uma grande exigência que nos trará a felicidade e a bênção.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
SANTOS POPULARES
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
O PAPA BENTO XVI APRESENTA A SUA RENÚNCIA
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
INÍCIO DA QUARESMA
(Homilia do Papa Bento XVI, na Missa de 4º feira de cinzas de 2011)
PALAVRAS DO PAPA
ANO DA FÉ
Na Igreja Matriz de Santa Maria da Feira, sob proposta da Assessoria Vicarial da Pastoral Familiar, realizou-se, no dia 8 de Fevereiro, um encontro de formação ( o último de três programados: São Jorge, Santa Maria de Lamas ) com o tema: Educar para a fé. Como já havíamos informado, orientou este trabalho o Dr. Daniel Bastos, Diácono permanente da Paróquia de Matosinhos e psicólogo de profissão. Estiveram presentes numerosos casais que, no espaço do diálogo, interpelaram o conferencista acerca dos desafios da educação da fé, num mundo tão marcadamente secularista. O encontro teve, também, momentos de carácter artístico - cultural, animados pela Mafalda Campos e pelo João Carlos Soares que tocaram e cantaram para admiração e deleite dos participantes. Um abrigado sincero pela disponibilidade de todos os intervenientes.
- Formação de catequistas
Por propostas dos Secretariados Paroquiais da Catequese das Paróquias de Escapães e Santa Maria da Feira (pólo da Igreja Matriz), realizou-se, no dia 9 de Fevereiro, na Casa do Povo de Santa Maria da Feira, um encontro de formação, com o tema: “Revitalizar e professar a fé: conhecer a proposta da ‘Porta da Fé’…” As paróquias mobilizaram os seus catequistas, que estiveram presentes, em grande número. O trabalho foi orientado pelo pároco de ambas as paróquias.
Na minha primeira Encíclica,
deixei já alguns elementos que permitem individuar a estreita ligação entre
estas duas virtudes teologais: a fé e a caridade. Partindo duma afirmação fundamental
do apóstolo João: «Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele» (1
Jo 4, 16), recordava que, «no início do ser cristão, não há uma decisão ética
ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá
à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo. (...) Dado que Deus
foi o primeiro a amar-nos (cf. 1 Jo 4, 10), agora o amor já não é apenas um
“mandamento”, mas é a resposta ao dom do amor com que Deus vem ao nosso
encontro» (Deus caritas est, 1). A fé constitui aquela adesão pessoal – que
engloba todas as nossas faculdades - à revelação do amor gratuito e
«apaixonado» que Deus tem por nós e que se manifesta plenamente em Jesus
Cristo. O encontro com Deus Amor envolve não só o coração, mas também o
intelecto: «O reconhecimento do Deus vivo é um caminho para o amor, e o sim da
nossa vontade à d’Ele une intelecto, vontade e sentimento no acto globalizante
do amor. Mas isto é um processo que permanece continuamente a caminho: o amor
nunca está "concluído" e completado» (ibid., 17). Daqui deriva, para
todos os cristãos e em particular para os «agentes da caridade», a necessidade
da fé, daquele «encontro com Deus em Cristo que suscite neles o amor e abra o
seu íntimo ao outro, de tal modo que, para eles, o amor do próximo já não seja
um mandamento por assim dizer imposto de fora, mas uma consequência resultante
da sua fé que se torna operativa pelo amor» (ibid., 31). O cristão é uma pessoa
conquistada pelo amor de Cristo e, movido por este amor - «caritas Christi
urget nos» (2 Cor 5, 14) -, está aberto de modo profundo e concreto ao amor do
próximo (cf. ibid., 33). Esta atitude nasce, antes de tudo, da consciência de
ser amados, perdoados e mesmo servidos pelo Senhor, que Se inclina para lavar
os pés dos Apóstolos e Se oferece a Si mesmo na cruz para atrair a humanidade
ao amor de Deus. «A fé mostra-nos o Deus que entregou o seu Filho por nós e
assim gera em nós a certeza vitoriosa de que isto é mesmo verdade: Deus é amor!
(...) A fé, que toma consciência do amor de Deus revelado no coração
trespassado de Jesus na cruz, suscita por sua vez o amor. Aquele amor divino é
a luz – fundamentalmente, a única – que ilumina incessantemente um mundo às
escuras e nos dá a coragem de viver e agir» (ibid., 39). Tudo isto nos faz
compreender como o procedimento principal que distingue os cristãos é precisamente
«o amor fundado sobre a fé e por ela plasmado»…”PARA REZAR
Inclino-me voltado para o teu santo templo
e louvarei o teu nome,
pela tua bondade e pela tua fidelidade,
porque foste mais além das tuas promessas.
Quando te invoquei, atendeste-me
e aumentaste as forças da minha alma.
Todos os reis da terra te louvarão, Senhor,
ao ouvirem as palavras da tua boca.
Celebrarão os caminhos do Senhor,
pois grande é a sua glória.
O Senhor é excelso, mas repara no humilde
e reconhece de longe o soberbo.
Quando estou em angústia, conservas-me a vida;
estendes a mão contra a ira dos meus inimigos,
e a tua mão direita me salva.
O Senhor tudo fará por mim!
Ó Senhor, o teu amor é eterno!
Não abandones a obra das tuas mãos!
SANTOS POPULARES
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
FORMAÇÃO DE CATEQUISTAS
PALAVRAS DO PAPA
ANO DA FÉ
PARA REZAR
Pela vossa justiça, defendei-me e salvai-me,
prestai ouvidos e libertai-me.
Vós sois a minha defesa e o meu refúgio:
meu Deus, salvai-me do pecador.
Desde o nascimento Vós me sustentais,
desde o seio materno sois o meu protector.
Desde a juventude Vós me ensinais,
e até hoje anunciei sempre os vossos prodígios.
SANTOS POPULARES
domingo, 27 de janeiro de 2013
FESTA DAS FOGACEIRAS
“…Também nós hoje, mergulhados numa cultura cheia de
perplexidades, detentora de tantas frustrações humanas, coarctada nos sonhos e
anseios de algo de novo, mas também esperando uma plena realização humana,
somos encaminhados pela Palavra de Deus, ao encontro de Cristo que quer, com a
Sua entrega total na Sua Páscoa, conduzir-nos até à festa de uma vida
plenamente feliz. Há um sonho em cada homem e cada mulher que se traduz no
desejo de viver na alegria total. A vida deve traduzir-se em festa para todos. Contudo
nem todos sentem a alegria e poucos têm motivos para viver a festa. Há sinais
preocupantes na nossa sociedade que levam a reconhecer que a esperança vai
morrendo no coração de tanta gente. Diz-nos o profeta Isaías que Deus não terá
repouso enquanto a justiça não despontar como a aurora e a salvação não resplandecer
como a luz do archote. A pessoa exige que lhe seja salvaguardada a defesa da
sua dignidade profunda através de uma autêntica justiça. Esta não é mera
aplicação de leis, mas é sobretudo reconhecimento do que a cada um é, devido
também à misericórdia e ao amor. Mas esta concepção de pessoa humana e da
sociedade não se alcançará sem um mergulhar no mistério pascal de Cristo que
nos renova e como que nos recria para uma nova visão de toda a realidade. Só aí
compreenderemos que todas as criaturas são irmãs, que ninguém poderá ser
excluído da festa da vida, o amor será a garantia de relações fraternas
profundas e que cada um de nós não se deve restringir a uma solidariedade
exterior, na partilha de bens, mas deve reconhecer que a vivência do amor
fraterno leva cada um a optar por uma doação de si mesmo, das suas capacidades,
dos seus dons pessoais, dos seus bens, do seu tempo e da sua esperança…PALAVRAS DO PAPA
ANO DA FÉ
PARA REZAR
SANTOS POPULARES
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
FESTA DAS FOGACEIRAS
A Paróquia de Santa Maria da
Feira, mais uma vez, recebe a realização da Festa das Fogaceiras, em honra do
Mártir São Sebastião. Festa antiga e sempre nova, expressão da fé e da
fidelidade de um povo que, em tempos de crise, de dificuldade, de morte soube
confiar-se à bondade de Deus pela intercessão de São Sebastião. Fazer a festa,
hoje, deveria significar entrar em luta contra a maldade do mundo; a violência
que vai germinando onde menos se espera; o desespero que domina tantas almas e
vidas, por causa da noite que se abateu sobre elas; a tristeza que divide as
famílias pela agressão, o abandono, a indiferença; a escravização dos
sentimentos ao lucro, ao gozo, à superficialidade, à corrupção. Sebastião foi,
na sua vida, um lutador pela verdade, pela liberdade, pelo respeito, pela
responsabilidade, pela fé em Jesus Cristo. Quanto temos a aprender com ele?...
A Festa faz-se no dia 20 de Janeiro.
PARA REZAR
Quando pela palavra se combate,
SANTOS POPULARES


























