Neste Domingo, dia 19 de Maio, dia de Pentecostes, as crianças do 6º ano de catequese da Igreja Matriz fizeram a sua profissão de fé. À sua medida, proclamaram o seu desejo de viver para Jesus, na fidelidade aos compromissos baptismais, testemunhando a força do seu amor que transforma o mundo. Baptizados na fé dos seus pais e padrinhos, expressão da fé da Igreja, são convidados a mostrar, nas suas obras, que o seu coração pertence a Jesus; que a sua vida é para Deus; que o seu agir, os seus sentimentos e as suas decisões têm a marca do Espírito Santo; que, dia-a-dia, se esforçarão por crescer e permanecer no caminho da santidade. A comunidade cristã sente-se mais viva e mais responsável. A verdade da nova evangelização desafia-a à coragem, à renovação interior, ao anúncio de Cristo vivo e presente na vida. Que estes tempos fortes de celebração não passem em vão.
PALAVRA COM SENTIDO
“…Soltai brados de alegria… Fazei ouvir os vossos louvores…” (cf. Jeremias 31, 7)
O convite à alegria é permanente, na Palavra do Senhor. A alegria nasce da fé no Senhor que salva o seu povo; é fermento de esperança, na tristeza que envolve a vida; é testemunho do amor que se verga sob o peso da cruz; é proclamação da verdade que nos liberta. O desafio da alegria afronta o ódio, a vingança, a marginalidade, a violência, porque é criador de unidade, de comunhão, de festa, de encontro e de paz… A verdadeira alegria: aquela que vem de Deus e anima a nossa acção missionária. Por ela, somos convidados a louvar e a agradecer as maravilhas que Deus faz em nós e, por nós, no meio do mundo. Cantar a alegria da fé, do amor incondicional, da vida doada em serviço por amor, da fraternidade que construímos na harmonia das palavras e na beleza dos gestos, da esperança que destrói muros e lança pontes de solidariedade e de perdão. Acolher a alegria de Jesus presente no meio de nós…
terça-feira, 21 de maio de 2013
PROFISSÃO DE FÉ
Neste Domingo, dia 19 de Maio, dia de Pentecostes, as crianças do 6º ano de catequese da Igreja Matriz fizeram a sua profissão de fé. À sua medida, proclamaram o seu desejo de viver para Jesus, na fidelidade aos compromissos baptismais, testemunhando a força do seu amor que transforma o mundo. Baptizados na fé dos seus pais e padrinhos, expressão da fé da Igreja, são convidados a mostrar, nas suas obras, que o seu coração pertence a Jesus; que a sua vida é para Deus; que o seu agir, os seus sentimentos e as suas decisões têm a marca do Espírito Santo; que, dia-a-dia, se esforçarão por crescer e permanecer no caminho da santidade. A comunidade cristã sente-se mais viva e mais responsável. A verdade da nova evangelização desafia-a à coragem, à renovação interior, ao anúncio de Cristo vivo e presente na vida. Que estes tempos fortes de celebração não passem em vão.
SOLENIDADE DO PENTECOSTES
D. MANUEL CLEMENTE NOMEADO PATRIARCA DE LISBOA
Levarei comigo e em ação de graças as mil e uma expressões da amizade com que me recebestes e ajudastes no exercício do ministério. Nas comunidades cristãs, nas várias associações de fiéis e movimentos, nos institutos religiosos e seculares, bem como nas diversas instituições públicas e civis da grande região portuense, encontrei sempre o mais generoso acolhimento e a vontade firme de servir o bem comum. Em tempos tão exigentes como os que atravessamos, todas essas realidades a que dais corpo e alma são a melhor garantia daquele futuro fraterno, justo e solidário, de que ninguém desistirá decerto. Quando vos saudei em 2007, disse trazer um só propósito e programa: conhecer, servir e amar a Diocese do Porto. Com a graça de Deus, algo se cumpriu de tal desiderato. Conheci-vos de perto, servi-vos como pude e com estima que permanece, em perpétua gratidão. Em tudo foi da maior valia a colaboração de muitos, começando pelos Senhores Bispos que me acompanharam no serviço diocesano, com incansável entrega. Com eles, os vigários gerais, os membros do colégio de consultores (cabido da sé) e todos os membros da cúria diocesana e da casa episcopal; bem assim os responsáveis pelos nossos três seminários diocesanos, os vigários da vara e seus adjuntos, os responsáveis pelos secretariados diocesanos, os membros dos conselhos presbiteral e pastoral e de outros conselhos e comissões, instâncias de participação e organismos. Referência especialíssima quero fazer ao clero paroquial, secular ou regular, incansável na sua dedicação ao serviço quotidiano do Povo de Deus, especialmente aonde tem de acumular várias comunidades e serviços. Saliento também os diáconos permanentes, os consagrados/as e os milhares de fiéis leigos que colaboram ativamente na catequese e no serviço da Palavra e da oração, na vida litúrgica e na ação sociocaritativa. Grande e bela é a Diocese do Porto, na imensa aplicação dos seus membros ao serviço de Deus e do próximo! É por tudo isto que vos quero reiterar uma palavra de agradecimento e bons votos. Agradecimento, que traduzirei em oração por todos e cada um de vós, as vossas comunidades e famílias. A minha entrada no Patriarcado será a 7 de julho, ficando convosco até perto desse dia. O coração não tem distância, só profundidade acrescida. Aqui ou além, continuaremos juntos, no coração de Deus.
Sempre vosso amigo e irmão,
PALAVRA DO SANTO PADRE FRANCISCO
“…O Espírito Santo guia a Igreja e cada um de nós para a Verdade. Diante de uma época como a nossa, em que impera o relativismo, é importante lembrar que Espírito Santo é Aquele que nos permite encontrar a Verdade. Ter encontro com a Verdade que se fez carne: Jesus Cristo. De facto, a acção do Divino Paráclito consiste em recordar e imprimir no coração dos fiéis as Palavras de Jesus, fazendo com que estas se transformem em princípio e guia da vida cristã. É do íntimo de nós mesmos que nascem as nossas acções; é o coração que deve converter-se a Deus, e o Espírito Santo transforma-o se nos abrirmos a Ele. Neste Ano da Fé, somos convidados, seguindo o exemplo de docilidade de Nossa Senhora, a deixar-nos inundar pela luz do Espírito Santo, predispondo-nos à Sua acção, buscando conhecer mais a Cristo e as verdades da fé: meditando a Sagrada Escritura, estudando o Catecismo e aproximando-se com mais frequência dos sacramentos…”
PARA REZAR
Abri os corações ao sopro do Senhor.
Que infunde vida nova às almas que visita:
Um povo novo sai das águas,
Das águas em que paira o Espírito da Luz.
Abri os corações ao sopro do Senhor.
Lançai o vosso corpo entre as línguas de fogo
Que queima e purifica o coração da terra.
Tendes na fronte marcas sagradas:
O Verbo de Jesus é o Verbo da vitória.
Abri os corações ao sopro do Senhor.
Dai todo o vosso ser às sementes do Céu
Que vem juntar-se em vós a todo o sofrimento.
O Corpo do Senhor é feito das angústias
De quantos neste mundo a injustiça esmaga.
Abri os corações ao sopro do Senhor.
Olhai dentro de vós o Hóspede divino,
Sem nada mais querer senão esta presença.
Vivei do Espírito e para o Espírito
Nas vossas orações e nos vossos silêncios.
Abri os corações ao sopro do Senhor.



