- 1º Ano - sábado 17 horas Madureira ∕ Lina
- 2º Ano - sábado 17 horas Arminda ∕ Conceição
- 3º Ano - sábado 10 horas Milocas ∕ Paula Salgado
- 4º Ano - sábado 17 horas Manel Zé ∕ Faria
- 5º Ano - sábado 14 horas Carlos ∕ Rita
- 6º Ano - sábado 16 horas Paulino ∕ Bruno ∕ Patrícia
- 7º Ano - sábado 10.30 horas Teixeira ∕ Mª Antónia
- 8º Ano - sábado 10 horas Paula Magalhães ∕ Ana João
- 9º Ano - sábado 14 horas Manuel ∕ Fátima
- 10º Ano - sábado 17 horas Paulino ∕ Manuel
PALAVRA COM SENTIDO
“…Soltai brados de alegria… Fazei ouvir os vossos louvores…” (cf. Jeremias 31, 7)
O convite à alegria é permanente, na Palavra do Senhor. A alegria nasce da fé no Senhor que salva o seu povo; é fermento de esperança, na tristeza que envolve a vida; é testemunho do amor que se verga sob o peso da cruz; é proclamação da verdade que nos liberta. O desafio da alegria afronta o ódio, a vingança, a marginalidade, a violência, porque é criador de unidade, de comunhão, de festa, de encontro e de paz… A verdadeira alegria: aquela que vem de Deus e anima a nossa acção missionária. Por ela, somos convidados a louvar e a agradecer as maravilhas que Deus faz em nós e, por nós, no meio do mundo. Cantar a alegria da fé, do amor incondicional, da vida doada em serviço por amor, da fraternidade que construímos na harmonia das palavras e na beleza dos gestos, da esperança que destrói muros e lança pontes de solidariedade e de perdão. Acolher a alegria de Jesus presente no meio de nós…
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
• ∕∕∕INICÍO DA CATEQUESE
domingo, 15 de setembro de 2013
PALAVRA DO PAPA FRANCISCO
Jesus é todo misericórdia, é todo amor: é Deus feito homem. Cada um de nós é aquela ovelha tresmalhada, aquela moeda perdida; cada um de nós é aquele filho que comprometeu a sua liberdade seguindo ídolos falsos, miragens de felicidade, e perdeu tudo. Mas, Deus não nos esquece; o Pai não nos abandona nunca. É um Pai paciente; espera-nos sempre! Respeita a nossa liberdade, mas permanece sempre fiel.
E, quando retornamos a Ele, acolhe-nos como filhos, na sua casa, porque nunca deixa, nem por um momento, de esperar-nos com amor. E o seu coração está em festa por cada filho que retorna. Está em festa porque é Alegria. Deus vive esta alegria quando um de nós, pecador, vai ao seu encontro e pede o seu perdão.
Qual é o perigo? É que tenhamos a presunção de ser justos e julguemos os outros. Muitas vezes, até, julgamos Deus, porque pensamos que deveria castigar os pecadores; condená-los à morte em vez de perdoar. Então, sim: corremos o risco de ficar fora da casa do Pai como aquele irmão mais velho da parábola que, em vez de ficar feliz porque o seu irmão regressou, se zangou com o pai que o acolheu e fez festa. Se, no nosso coração, não há misericórdia, alegria do perdão, não estamos em comunhão com Deus - mesmo que observemos todos os preceitos – porque é o amor que salva e não a simples prática dos preceitos. É o amor a Deus e ao próximo que dá cumprimento a todos os mandamentos. E isto é o amor de Deus, a sua alegria: perdoar…”
PARA REZAR
SANTOS POPULARES
Atingida por uma doença, no Verão de 1179, Hildegarda, circundada pelas irmãs de hábito, adormeceu no Senhor em odor de santidade no mosteiro do Rupertsberg, perto de Bingen, a 17 de Setembro de 1179…
O ensinamento da santa monja beneditina coloca-se como uma guia para o Homo viator. A sua mensagem é extraordinariamente actual no mundo contemporâneo, de modo especial sensível ao conjunto dos valores propostos e vividos por ela. Pensamos, por exemplo, na capacidade carismática e especulativa de Hildegarda, que se apresenta como um incentivo vivaz à pesquisa teológica; na sua reflexão sobre o mistério de Cristo, considerado na sua beleza; no diálogo da Igreja e da teologia com a cultura, a ciência e a arte contemporânea; no ideal de vida consagrada, como possibilidade de realização humana, na valorização da liturgia, como celebração da vida; na ideia de reforma da Igreja, não como estéril mudança das estruturas, mas como conversão do coração; na sua sensibilidade pela natureza, cujas leis devem ser tuteladas e não violadas.
Por isso a atribuição do título de Doutor da Igreja universal a Hildegarda de Bingen tem um grande significado para o mundo de hoje e uma extraordinária importância para as mulheres. Em Hildegarda resultam expressos os valores mais nobres da feminilidade: por isso também a presença da mulher na Igreja e na sociedade é iluminada pela sua figura, tanto na óptica da pesquisa científica como na da acção pastoral. A sua capacidade de falar a quantos estão distantes da fé e da Igreja fazem de Hildegarda uma testemunha credível da nova evangelização…” (palavras de Bento XVI: 7 de Outubro de 2012)



