PALAVRA COM SENTIDO

PALAVRA COM SENTIDO

“…Soltai brados de alegria… Fazei ouvir os vossos louvores…” (cf. Jeremias 31, 7)

O convite à alegria é permanente, na Palavra do Senhor. A alegria nasce da fé no Senhor que salva o seu povo; é fermento de esperança, na tristeza que envolve a vida; é testemunho do amor que se verga sob o peso da cruz; é proclamação da verdade que nos liberta. O desafio da alegria afronta o ódio, a vingança, a marginalidade, a violência, porque é criador de unidade, de comunhão, de festa, de encontro e de paz… A verdadeira alegria: aquela que vem de Deus e anima a nossa acção missionária. Por ela, somos convidados a louvar e a agradecer as maravilhas que Deus faz em nós e, por nós, no meio do mundo. Cantar a alegria da fé, do amor incondicional, da vida doada em serviço por amor, da fraternidade que construímos na harmonia das palavras e na beleza dos gestos, da esperança que destrói muros e lança pontes de solidariedade e de perdão. Acolher a alegria de Jesus presente no meio de nós…

terça-feira, 14 de junho de 2011

CATEQUESE

No dia 11 de Junho de 2011 na Paróquia de Santa Maria da Feira celebrou-se a festa da vida do 8º ano da catequese que tem como símbolo a cruz.

Contemplar a cruz, é descobrir a beleza do amor de Deus
que nos ama e Jesus que se entrega por nós.
Por isso, celebrar a festa da vida é encontrar-se com Jesus no íntimo do coração;
Jesus diz:
“Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”
 

 Viver em Cristo é crescer na dignidade, na santidade e na dedicação para estarmos prontos a servir a Jesus nos outros.
Viver é acumular experiências, fortalecer laços de amor,
construir elos de fraternidade, adquirir responsabilidades e abrir espaço para o desenvolvimento espiritual.
A vida é o maior bem colocado em nós pelo Sopro Divino que anseia pela nossa felicidade.
Nesta eucaristia, os adolescentes quiseram afirmar o desejo de crescerem com Jesus e, por Jesus, darem à vida a dignidade e a beleza que acolhem de Deus.

domingo, 12 de junho de 2011

FESTA DA PROFISSÃO DE FÉ



Neste Domingo, 12 de Junho, a Paróquia de Santa Maria da Feira ( pólo da Igreja Matriz ) celebrou a Festa da Profissão de Fé:
 compromisso com Jesus, na fidelidade; revitalização da responsabilidade baptismal, na alegria; testemunho de comunhão e de unidade, no serviço por amor. À beleza e simplicidade da celebração deve corresponder uma vida corajosa no anunciar as maravilhas de Deus e no criar disponibilidade para cumprir a vontade do Senhor.

PARA REZAR


Vem, criador Espírito de Deus,
Visita o coração dos teus fiéis,
E com a graça do alto os purifica.

Paráclito do Pai, consolador,
Sê para nós a fonte da água viva,
O fogo do amor e a unção celeste.

Nos sete dons que descem sobre o mundo,
Nas línguas que proclamam o Evangelho,
Realiza a promessa de Deus Pai.

Ilumina, Senhor, a nossa mente,
Acende em nós a tua caridade,
Infunde em nosso peito fortaleza.

 
Livra-nos das ciladas do inimigo,
Dá-nos a tua paz, e evitaremos
Perigos e incertezas no caminho.

Dá-nos a conhecer o amor do Pai
E o coração de Cristo nos revela,
Espírito de ambos procedente.

 
Louvemos a Deus Pai e a seu Filho,
Demos glória ao Espírito Paráclito,
Agora e pelos séculos sem fim.
Amém.
(Hino ao Espírito Santo: liturgia das horas - tempo pascal)

PALAVRA DO PAPA


Bento XVI na missa de Pentecostes

“… Com o acontecimento do Pentecostes exprime-se um novo Sinai, o dom de um novo Pacto, em que a aliança com o povo de Israel se estende a todos os povos da Terra. E este facto é referido por são Lucas através do elenco de tantas diferentes populações. É-nos assim dito uma coisa muito importante: que a Igreja é católica desde o primeiro momento; que a sua universalidade não é o fruto da inclusão sucessiva de diversas comunidades. De facto, desde o primeiro instante o Espírito Santo criou-a como a Igreja de todos os povos. Ela abraça o mundo inteiro, ultrapassa todas as fronteiras de raça, classe, nação; abate todas as barreiras e une os homens na profissão do Deus uno e trino. Desde o início a Igreja é una, católica e apostólica: é esta a sua verdadeira natureza e como tal deve ser reconhecida. Ela é santa, não graças à capacidade dos seus membros, mas porque o próprio Deus, com o seu Espírito, a cria e santifica sempre”.
( cf. Rádio Vaticano )