PALAVRA COM SENTIDO
“…Soltai brados de alegria… Fazei ouvir os vossos louvores…” (cf. Jeremias 31, 7)
O convite à alegria é permanente, na Palavra do Senhor. A alegria nasce da fé no Senhor que salva o seu povo; é fermento de esperança, na tristeza que envolve a vida; é testemunho do amor que se verga sob o peso da cruz; é proclamação da verdade que nos liberta. O desafio da alegria afronta o ódio, a vingança, a marginalidade, a violência, porque é criador de unidade, de comunhão, de festa, de encontro e de paz… A verdadeira alegria: aquela que vem de Deus e anima a nossa acção missionária. Por ela, somos convidados a louvar e a agradecer as maravilhas que Deus faz em nós e, por nós, no meio do mundo. Cantar a alegria da fé, do amor incondicional, da vida doada em serviço por amor, da fraternidade que construímos na harmonia das palavras e na beleza dos gestos, da esperança que destrói muros e lança pontes de solidariedade e de perdão. Acolher a alegria de Jesus presente no meio de nós…
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
REUNIÃO GERAL DE CATEQUISTAS
PARA REZAR
SALMO 95
Vinde, exultemos de alegria no Senhor,
aclamemos o rochedo da nossa salvação.
Vamos à sua presença com hinos de louvor,
saudemo-lo com cânticos jubilosos.
Pois grande Deus é o Senhor,
é um rei poderoso, mais que todos os deuses.
Na sua mão estão as profundezas da terra
e pertencem-lhe os cimos das montanhas.
Dele é o mar, pois foi Ele quem o formou;
a terra firme é obra das suas mãos.
Vinde, prostremo-nos por terra,
ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou.
Ele é o nosso Deus e nós somos o seu povo,
as ovelhas por Ele conduzidas.
Oxalá ouvísseis hoje a sua voz:
«Não endureçais os vossos corações, como em Meribá,
como no dia de Massá, no deserto,
quando os vossos pais me provocaram
e me puseram à prova,
apesar de terem visto as minhas obras.
Durante quarenta anos essa geração desgostou-me,
e Eu disse: ‘É um povo de coração transviado,
que não compreendeu os meus caminhos!’
Então jurei na minha ira:
‘Não entrarão no lugar do meu repouso’.»
PALAVRA DO PAPA
- “Sem a Eucaristia não podemos ser verdadeiros cristãos e a própria Igreja não pode construir-se para a salvação do homem”. ( Na carta de nomeação dos seus representantes no sexto centenário do milagre de Ludbreg, na Croácia; no congresso eucarístico italiano, em Ancona, e nos mil anos da abadia de Cava, em Itália )
- “Neste tempo de ausência de Deus, quando a terra das almas é árida e as pessoas não sabem de onde vem a água viva, peçamos ao Senhor que se mostre…Queremos pedir-lhe que, àqueles que buscam em todos os lugares a água viva, lhes mostre que Ele é esta água e que Ele não permita que a vida dos homens - na sua sede pelo que é grande, pela plenitude - se afogue e sufoque naquilo que é transitório…Queremos pedir-lhe, sobretudo, pelos jovens: que a sede de Deus viva neles e que possam reconhecer onde se encontra a verdadeira resposta… E nós - que tivemos a possibilidade de O conhecer desde a nossa juventude - podemos pedir perdão, porque não fomos capazes de levar a luz do seu rosto aos homens… muito pobremente deixamos transluzir o que Ele é, que Ele está presente e que Ele é a realidade, grande e plena, que todos nós esperamos…Peçamos o seu perdão; que Ele nos renove com a água viva do seu Espírito e que nos permita celebrar os sagrados mistérios com toda a dignidade.” (No tradicional encontro do Papa com os seus ex-alunos, em 28 de Agosto )
Prémio Nobel da Literatura
Prémio Nobel da Literatura saúda vitalidade demonstrada pela Igreja Católica
O prémio Nobel da Literatura, Mário Vargas Llosa, considera que a Jornada Mundial da Juventude deste ano mostrou ao mundo uma Igreja Católica “forte” e cheia de “vitalidade”, apesar das “tempestades” que a ameaçam. “Crentes e não crentes, todos temos de nos alegrar com o que aconteceu em Madrid, onde durante alguns dias a existência de Deus não esteve em causa e o catolicismo pareceu ser a única e verdadeira religião”, escreve o escritor peruano no jornal “L’Osservatore Romano”.
Laureado pela Academia Sueca das Ciências em 2010, por uma obra literária dedicada à luta pela liberdade individual no seu país, Llosa entende que a unidade do cristianismo pode ser vital dentro do contexto actual de Espanha e das restantes sociedades democráticas.
“Se não estiver apoiada em instituições profundamente marcadas pelos valores éticos, a democracia não poderá lutar eficazmente contra os seus inimigos”, sublinha o autor, que dá como exemplo o apelo que a Igreja Católica faz a uma “vida rica em espiritualidade”.
Segundo o ensaísta, ela pode servir de “antídoto permanente” perante as “forças anárquicas e destrutivas que geralmente guiam o comportamento daqueles que se julgam acima de qualquer responsabilidade”. ( in, Agência Ecclesia )



