Neste Domingo, dia 8 de
Julho, às 16 horas, na Sé do Porto, teve lugar a celebração das
Ordenações de oito Presbíteros e dois Diáconos. Foram ordenados Presbíteros: André David de Vasconcelos Aguiar Soares, de Rôge - Vale de Cambra; André Fernando Cardoso Machado, de Carvalhosa - Marco de Canaveses; José Ricardo da Rocha Dias, de Vandoma – Paredes; Luís Borges Martins, de Portela - Penafiel; Pedro Miguel Amorim Rodrigues, de S. Martinho de Bougado – Trofa; Sérgio Filipe Pinho Leal, de Paço de Sousa – Penafiel, da Diocese do Porto e, ainda, Frei Abreu Brás Cuvíngua, da Ordem de S. Bento e Nuno Alexandre ernandes da Rocha, da Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus (Dehonianos). Foram ordenados Diáconos: Manuel da Rocha Nunes, de Vilela – Paredes e Ricardo Álvaro Aguiar Ribeiro, de Soalhães – Marco de Canaveses. A Igreja diocesana e as comunidades cristãs dão graças a Deus pela entrega generosa destes jovens que, animados por Jesus e fiéis aos apelos da vocação, querem servir os irmãos no ministério sacerdotal e apostólico. Associamo-nos na gratidão e na oração. Falando, de modo particular, aos ordinandos, o Sr. Bispo, D. Manuel Clemente, disse: “…Caríssimos ordinandos: Para vós, como para tantos que vos acompanhamos hoje, o repto é o de sempre, quer pessoal, quer pastoralmente. Significa converter o mundo a Cristo, não entretendo o mundo com pretextos alegadamente “cristãos”. A quem vos disser que “tendes de ser como os outros”, respondereis redondamente que não, porque preferistes ser para os outros, como Cristo o foi e continuará a ser através de vós. A quem vos disser que “o padre há de ter a sua vida, como toda a gente tem direito a tê-la”, responderias que não, pois vos desapossastes de vós, para que Cristo vos preencha inteiramente com a sua vontade e o seu afeto, assim chegando a todos os que precisam, sobretudo aos que menos são queridos e amados. A quem vos disser que é preciso “dialogar”, respondereis que assim deve ser, mas acrescentando que, quando o diálogo é com Deus, o que mais importa é escutá-Lo; também através da Igreja, onde ressoam as palavras de Cristo aos setenta e dois: “Quem vos ouve é a mim que ouve, e quem vos rejeita é a mim que rejeita” (Lc 10, 16). E, quando as ideias individualmente surgirem e os projetos particulares se esboçarem, também lembrareis – a vós e porventura a outros – que Cristo nos reuniu em Igreja e os apóstolos não caminharam sozinhos…”
Ordenações de oito Presbíteros e dois Diáconos. Foram ordenados Presbíteros: André David de Vasconcelos Aguiar Soares, de Rôge - Vale de Cambra; André Fernando Cardoso Machado, de Carvalhosa - Marco de Canaveses; José Ricardo da Rocha Dias, de Vandoma – Paredes; Luís Borges Martins, de Portela - Penafiel; Pedro Miguel Amorim Rodrigues, de S. Martinho de Bougado – Trofa; Sérgio Filipe Pinho Leal, de Paço de Sousa – Penafiel, da Diocese do Porto e, ainda, Frei Abreu Brás Cuvíngua, da Ordem de S. Bento e Nuno Alexandre ernandes da Rocha, da Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus (Dehonianos). Foram ordenados Diáconos: Manuel da Rocha Nunes, de Vilela – Paredes e Ricardo Álvaro Aguiar Ribeiro, de Soalhães – Marco de Canaveses. A Igreja diocesana e as comunidades cristãs dão graças a Deus pela entrega generosa destes jovens que, animados por Jesus e fiéis aos apelos da vocação, querem servir os irmãos no ministério sacerdotal e apostólico. Associamo-nos na gratidão e na oração. Falando, de modo particular, aos ordinandos, o Sr. Bispo, D. Manuel Clemente, disse: “…Caríssimos ordinandos: Para vós, como para tantos que vos acompanhamos hoje, o repto é o de sempre, quer pessoal, quer pastoralmente. Significa converter o mundo a Cristo, não entretendo o mundo com pretextos alegadamente “cristãos”. A quem vos disser que “tendes de ser como os outros”, respondereis redondamente que não, porque preferistes ser para os outros, como Cristo o foi e continuará a ser através de vós. A quem vos disser que “o padre há de ter a sua vida, como toda a gente tem direito a tê-la”, responderias que não, pois vos desapossastes de vós, para que Cristo vos preencha inteiramente com a sua vontade e o seu afeto, assim chegando a todos os que precisam, sobretudo aos que menos são queridos e amados. A quem vos disser que é preciso “dialogar”, respondereis que assim deve ser, mas acrescentando que, quando o diálogo é com Deus, o que mais importa é escutá-Lo; também através da Igreja, onde ressoam as palavras de Cristo aos setenta e dois: “Quem vos ouve é a mim que ouve, e quem vos rejeita é a mim que rejeita” (Lc 10, 16). E, quando as ideias individualmente surgirem e os projetos particulares se esboçarem, também lembrareis – a vós e porventura a outros – que Cristo nos reuniu em Igreja e os apóstolos não caminharam sozinhos…”
