Na Igreja Matriz de Santa Maria da Feira, houve Pentecostes… A
celebração do crisma é compromisso com Jesus, com a Igreja e com as comunidades
cristãs que, dia-a-dia, testemunham a alegria de Cristo. O Espírito de Deus
abre-nos o coração e a vida para o exemplo transformador e para a missão
evangelizadora, recriando os dinamismos do Pentecostes de há dois mil anos. As
comunidades que acolhem o Espírito Santo, o dom Deus, renovam-se, partilham,
servem, criam comunhão, vivem a caridade, anunciam Cristo, confiam-se à bondade
do Pai. Cada crismado fica a pertencer plenamente à “equipa de Jesus”, é
convocado para cada jornada, entra em jogo todos os dias. A Igreja Matriz
encheu-se com a alegria e a festa dos 127 confirmados pela imposição das mãos
do Sr. D. João Lavrador, oriundos das Paróquias da Feira e de Escapães.
PALAVRA COM SENTIDO
PALAVRA COM SENTIDO
“… O Senhor ressuscitou, verdadeiramente!…” (cf. Antífona do Domingo de Páscoa)
Hoje ecoa em todo o mundo o anúncio da Igreja: «Jesus Cristo ressuscitou»; «ressuscitou verdadeiramente»!
Como uma nova chama, se acendeu esta Boa Nova na noite: a noite dum mundo já a braços com desafios epocais e agora oprimido pela pandemia, que coloca à dura prova a nossa grande família humana. Nesta noite, ressoou a voz da Igreja: «Cristo, minha esperança, ressuscitou!» (Sequência da Páscoa).
É um «contágio» diferente, que se transmite de coração a coração, porque todo o coração humano aguarda esta Boa Nova. É o contágio da esperança: «Cristo, minha esperança, ressuscitou!» Não se trata duma fórmula mágica, que faça desvanecerem-se os problemas. Não! A ressurreição de Cristo não é isso. Mas é a vitória do amor sobre a raiz do mal, uma vitória que não «salta» por cima do sofrimento e da morte, mas atravessa-os abrindo uma estrada no abismo, transformando o mal em bem: marca exclusiva do poder de Deus.
O Ressuscitado é o Crucificado; e não outra pessoa. Indeléveis no seu corpo glorioso, traz as chagas: feridas que se tornaram frestas de esperança. Para Ele, voltamos o nosso olhar para que sare as feridas da humanidade atribulada.
Hoje penso sobretudo em quantos foram atingidos diretamente pelo coronavírus: os doentes, os que morreram e os familiares que choram a partida dos seus queridos e por vezes sem conseguir sequer dizer-lhes o último adeus.
O Senhor da vida acolha junto de Si no seu Reino os falecidos e dê conforto e esperança a quem ainda está na prova, especialmente aos idosos e às pessoas sem ninguém. Não deixe faltar a sua consolação e os auxílios necessários a quem se encontra em condições de particular vulnerabilidade, como aqueles que trabalham nas casas de cura ou vivem nos quartéis e nas prisões.
Para muitos, é uma Páscoa de solidão, vivida entre lutos e tantos incómodos que a pandemia está a causar, desde os sofrimentos físicos até aos problemas económicos.
Esta epidemia não nos privou apenas dos afetos, mas também da possibilidade de recorrer pessoalmente à consolação que brota dos Sacramentos, especialmente da Eucaristia e da Reconciliação. Em muitos países, não foi possível aceder a eles, mas o Senhor não nos deixou sozinhos! Permanecendo unidos na oração, temos a certeza de que Ele colocou sobre nós a sua mão (cf. Sal 139/138, 5), repetindo a cada um com veemência: Não tenhas medo! «Ressuscitei e estou contigo para sempre» (cf. Missal Romano).
Jesus, nossa Páscoa, dê força e esperança aos médicos e enfermeiros, que por todo o lado oferecem um testemunho de solicitude e amor ao próximo até ao extremo das forças e, por vezes, até ao sacrifício da própria saúde. Para eles, bem como para quantos trabalham assiduamente para garantir os serviços essenciais necessários à convivência civil, para as forças da ordem e os militares que em muitos países contribuíram para aliviar as dificuldades e tribulações da população, vai a nossa saudação afetuosa juntamente com a nossa gratidão.
Nestas semanas, alterou-se improvisamente a vida de milhões de pessoas. Para muitos, ficar em casa foi uma ocasião para refletir, parar os ritmos frenéticos da vida, permanecer com os próprios familiares e desfrutar da sua companhia. Mas, para muitos outros, é também um momento de preocupação pelo futuro que se apresenta incerto, pelo emprego que se corre o risco de perder e pelas outras consequências que acarreta a atual crise. Encorajo todas as pessoas que detêm responsabilidades políticas a trabalhar ativamente em prol do bem comum dos cidadãos, fornecendo os meios e instrumentos necessários para permitir a todos que levem uma vida digna e favorecer – logo que as circunstâncias o permitam – a retoma das atividades diárias habituais.
Este não é tempo para a indiferença, porque o mundo inteiro está a sofrer e deve sentir-se unido ao enfrentar a pandemia. Jesus ressuscitado dê esperança a todos os pobres, a quantos vivem nas periferias, aos refugiados e aos sem abrigo. Não sejam deixados sozinhos estes irmãos e irmãs mais frágeis, que povoam as cidades e as periferias de todas as partes do mundo. Não lhes deixemos faltar os bens de primeira necessidade, mais difíceis de encontrar agora que muitas atividades estão encerradas, bem como os medicamentos e sobretudo a possibilidade duma assistência sanitária adequada. Em consideração das presentes circunstâncias, sejam abrandadas também as sanções internacionais que impedem os países visados de proporcionar apoio adequado aos seus cidadãos e seja permitido a todos os Estados acudir às maiores necessidades do momento atual, reduzindo – se não mesmo perdoando – a dívida que pesa sobre os orçamentos dos mais pobres.
Este não é tempo para egoísmos, pois o desafio que enfrentamos nos une a todos e não faz distinção de pessoas. Dentre as muitas áreas do mundo afetadas pelo coronavírus, penso de modo especial na Europa. Depois da II Guerra Mundial, este Continente pôde ressurgir graças a um espírito concreto de solidariedade, que lhe permitiu superar as rivalidades do passado. É muito urgente, sobretudo nas circunstâncias presentes, que tais rivalidades não retomem vigor; antes, pelo contrário, todos se reconheçam como parte duma única família e se apoiem mutuamente. Hoje, à sua frente, a União Europeia tem um desafio epocal, de que dependerá não apenas o futuro dela, mas também o do mundo inteiro. Não se perca esta ocasião para dar nova prova de solidariedade, inclusive recorrendo a soluções inovadoras. Como alternativa, resta apenas o egoísmo dos interesses particulares e a tentação dum regresso ao passado, com o risco de colocar à dura prova a convivência pacífica e o progresso das próximas gerações.
Este não é tempo para divisões. Cristo, nossa paz, ilumine a quantos têm responsabilidades nos conflitos, para que tenham a coragem de aderir ao apelo a um cessar-fogo global e imediato em todos os cantos do mundo. Este não é tempo para continuar a fabricar e comercializar armas, gastando somas enormes que deveriam ser usadas para cuidar das pessoas e salvar vidas. Ao contrário, seja o tempo em que finalmente se ponha termo à longa guerra que ensanguentou a amada Síria, ao conflito no Iémen e às tensões no Iraque, bem como no Líbano. Seja este o tempo em que israelitas e palestinianos retomem o diálogo para encontrar uma solução estável e duradoura que permita a ambos os povos viverem em paz. Cessem os sofrimentos da população que vive nas regiões orientais da Ucrânia. Ponha-se termo aos ataques terroristas perpetrados contra tantas pessoas inocentes em vários países da África.
Este não é tempo para o esquecimento. A crise que estamos a enfrentar não nos faça esquecer muitas outras emergências que acarretam sofrimentos a tantas pessoas. Que o Senhor da vida Se mostre próximo das populações da Ásia e da África que estão a atravessar graves crises humanitárias, como na Região de Cabo Delgado, no norte de Moçambique. Acalente o coração das inúmeras pessoas refugiadas e deslocadas por causa de guerras, seca e carestia. Proteja os inúmeros migrantes e refugiados, muitos deles crianças, que vivem em condições insuportáveis, especialmente na Líbia e na fronteira entre a Grécia e a Turquia. E não quero esquecer a ilha de Lesbos. Faça com que na Venezuela se chegue a soluções concretas e imediatas, destinadas a permitir a ajuda internacional à população que sofre por causa da grave conjuntura política, socioeconómica e sanitária.
Queridos irmãos e irmãs,
Verdadeiramente palavras como indiferença, egoísmo, divisão, esquecimento não são as que queremos ouvir neste tempo. Mais, queremos bani-las de todos os tempos! Aquelas parecem prevalecer quando em nós vencem o medo e a morte, isto é, quando não deixamos o Senhor Jesus vencer no nosso coração e na nossa vida. Ele, que já derrotou a morte abrindo-nos a senda da salvação eterna, dissipe as trevas da nossa pobre humanidade e introduza-nos no seu dia glorioso, que não conhece ocaso.
Com estas reflexões, gostaria de vos desejar a todos uma Páscoa feliz. (Mensagem do Papa Francisco na Bênção Urbi et Orbe, no Domingo de Páscoa de 2020).
domingo, 29 de setembro de 2013
INÍCIO DA CATEQUESE, NA IGREJA MATRIZ
No próximo Sábado, dia 5 de Outubro, às 17,30 h, daremos início ao
novo ano de catequese. Na Eucaristia, às 18,30 h, pediremos a Jesus que anime
as crianças e os jovens da nossa catequese e encoraje a generosidade dos
catequistas. Estes farão o seu compromisso e acolherão a missão que Jesus lhes
pede e a Igreja lhes confia. Na Festa do Envio, fazem sua a missão de todos os
discípulos: anunciar Jesus, salvador do mundo.
PALAVRA DO PAPA FRANCISCO
- na Audiência
Geral: Roma, 25 de Setembro.
“…Dizemos no Credo: «Creio na Igreja una…», isto é, professamos que é única; a Igreja é uma só para todos. Em todo o lado, mesmo no sítio mais isolado da Terra, na paróquia mais pequenina, aí existe a mesma e única Igreja; aí estamos em casa, somos irmãos e irmãs. Penso na experiência da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro: naquela multidão sem fim de jovens presentes na praia de Copacabana, ouviam-se falar muitas línguas, viam-se rostos com traços muito diversos; e, contudo, estávamos unidos, sentíamo-nos e éramos uma única Igreja. Perguntemo-nos: Sinto eu esta unidade? Quando ouço falar de cristãos que sofrem no mundo, fico indiferente ou sinto-o como se sofresse um da minha família? A unidade da Igreja, porém, não é primariamente fruto do nosso esforço por vivermos de acordo e unidos; o motor desta unidade é o Espírito Santo, que faz a harmonia na diversidade. Peçamos-Lhe que nos faça cada vez mais unidos e não nos deixe ser jamais instrumentos de divisão…”
PARA REZAR
SALMO 146
R/.
Ó minha alma, louva o Senhor.
O Senhor faz justiça aos oprimidos,
dá pão aos que têm fome
e a liberdade aos cativos.
O Senhor ilumina os olhos dos cegos,
o Senhor levanta os abatidos,
o Senhor ama os justos.
O Senhor protege os peregrinos,
ampara o órfão e a viúva
e entrava o caminho aos pecadores.
O Senhor reina eternamente.
O teu Deus, ó Sião,
é rei por todas as gerações.
SANTOS POPULARES
Helena Kowalska nasceu no dia 25 de Agosto de 1905, no seio de uma
pobre família camponesa, na aldeia de Głogowiec, a oeste de Łódź, na Polónia. O
seu pai chama-se Estanislau - carpinteiro e agricultor - e sua mãe Mariana
Kowalska. Helena era a terceira de dez filhos do casal. Foi baptizada na igreja
paroquial de Swinice Warskie.
Juntamente com os seus irmãos, foi educada com grande disciplina espiritual. Por
causa da sua pobreza, Helena só frequentou três anos de estudos. Tal era a sua
pobreza que Helena e as suas irmãs tinham, apenas, um bom vestido que
partilhavam. Por isso, revezavam-se para ir à missa, cada uma a hora diferente.
Aos 9 anos, fez sua Primeira Comunhão, na Igreja de São Casimiro. Aos 16 anos
de idade, deixou a casa dos pais e rumou para Aleksandrów, perto de Łódź, onde
trabalhou como doméstica na casa de uns amigos da família Bryszewski a fim de
sustentar-se e ajudar, financeiramente, a família. Em 1922, aos 17 anos, foi
viver para Łódź e, durante um ano, trabalhou na loja de Marejanna Sadowska. Desde a
infância, distinguiu-se pela sua piedade, pelo amor à oração, pela diligência e
obediência, e ainda por uma grande sensibilidade à miséria humana. No “Diário”,
por ela escrito numa linguagem extremamente transparente, descreveu exactamente
o que queria dizer, sem ambiguidades, e com muita simplicidade e precisão.
A respeito das vivências da sua
infância, escreveu: «... eu senti o chamamento à vida religiosa desde os sete
anos. Aos sete anos de vida, ouvi pela primeira vez a voz de Deus na minha
alma, ou seja, o convite à vida religiosa, mas nem sempre fui obediente à voz
da graça. Não me encontrei com ninguém que me pudesse esclarecer essas coisas…»
Aos dezasseis anos, o desejo de entrar na vida religiosa começou, aos poucos, a
amadurecer nela. Visto que os seus pais não concordavam com tal decisão, Helena
procurou abafar o chamamento da sua vocação. Anos depois, escreveu no seu “Diário”:
«…Numa ocasião, eu estava com uma das minhas
irmãs num baile. Enquanto todos se divertiam a valer, a minha alma sentia
tormentos interiores. No momento em que comecei a dançar, de repente vi Jesus a
meu lado: Jesus sofredor, despojado das Suas vestes, todo coberto de chagas e
que me disse estas palavras: “Até quando hei-de ter paciência contigo e até
quando me decepcionarás?...” Nesse
momento, parou a música animada, não vi mais as pessoas que comigo estavam,
somente Jesus e eu ali permanecíamos. Sentei-me ao lado da minha irmã,
disfarçando com uma dor de cabeça o que se passava comigo. Em seguida,
afastei-me discretamente dos que me acompanhavam e fui à Catedral de Santo
Estanislau Kostka. Já começava a anoitecer e havia poucas pessoas na Catedral.
Sem prestar atenção a nada do que ocorria à minha volta, caí de bruços diante do
Santíssimo Sacramento e pedi ao Senhor que me desse a conhecer o que devia
fazer a seguir. Então, ouvi estas palavras: “Vai imediatamente a Varsóvia (capital
Polónia) e lá entrarás no convento”. Terminada a oração, levantei-me, fui para
casa e arrumei as coisas indispensáveis. Da maneira como pude, relatei à minha
irmã o que havia acontecido na minha alma. Pedi que se despedisse por mim dos
meus pais e assim, só com a roupa do corpo, sem mais nada, vim para Varsóvia…» Em Varsóvia, procurou um lugar para si em diversas comunidades religiosas. Mas, em todas, foi recusada. No dia 1 de Agosto de 1925, bateu à porta do convento da Congregação das Irmãs da Divina Misericórdia, na Rua Zytnia, e aí foi aceite. Antes disso, porém, para atender às condições, teve de trabalhar como empregada doméstica numa família numerosa na região de Varsóvia, para dessa forma conseguir o enxoval pessoal. No seu ”Diário”, escreveu os sentimentos que a acompanhavam após ter entrado na vida religiosa: «…Sentia-me imensamente feliz; parecia que havia entrado na vida do paraíso. O meu coração só era capaz de uma contínua oração de acção de graças…» Na Congregação, recebeu o nome de Irmã Maria Faustina. Fez o noviciado em Cracóvia e foi ali que, na presença do bispo Estanislau Rospond, professou tanto os primeiros votos religiosos como, passado cinco anos, os votos perpétuos de castidade, pobreza e obediência. Trabalhou em diversas casas da Congregação. Os lugares onde esteve mais tempo foram Cracóvia, Vilnius, capital da Lituânia e Plock, na Polónia. Em todos os lugares, sempre exerceu as funções de cozinheira, jardineira e porteira. Exteriormente, nada deixava transparecer da sua profunda vida mística. Cumpria, assiduamente, as suas funções, guardando com zelo a regra religiosa. Era recolhida e silenciosa, embora ao mesmo tempo fosse desembaraçada, serena, cheia de amor benevolente e desinteressada para com o próximo. O severo estilo de vida e os extenuantes jejuns que ela se impunha - antes ainda de entrar na Congregação - enfraqueceram tão severamente o seu organismo que, já no postulantado, teve de ser encaminhada para tratamentos de saúde. Após o primeiro ano do noviciado, começou a viver experiências místicas extremamente dolorosas (a chamada noite escura) e, depois, sofrimentos espirituais e morais relacionados com o cumprimento da missão que havia recebido de Jesus Cristo. A Irmã Faustina ofereceu a sua vida a Deus em sacrifício pelos pecadores, a fim de salvar as suas almas e, por essa razão, foi submetida a numerosos sofrimentos. Nos últimos anos de vida, intensificaram-se as enfermidades do seu organismo: contraiu uma tuberculose que lhe atacou os pulmões e o trato alimentar. Por essa razão, por duas vezes, durante alguns meses, permaneceu em tratamento, no hospital. Completamente esgotada fisicamente, mas em plena maturidade espiritual e misticamente unida a Deus, faleceu no dia 5 de Outubro de 1938, com fama de santidade, tendo apenas 33 anos de idade, 13 anos depois de ter entrado na vida religiosa. A Irmã Faustina Kowalska, apóstola da Misericórdia de Deus conhecida em todo o mundo, é considerada, pelos teólogos, como uma pessoa que faz parte de um grupo de notáveis místicos da Igreja. Do legado espiritual de Santa Faustina surgiu a devoção à Divina Misericórdia. Esta devoção considera que a principal prerrogativa de Jesus é a misericórdia e que esta é a última tábua de salvação. Chega-se à misericórdia pela confiança. A Irmã Faustina foi beatificada pelo Papa João Paulo II, no dia 18 de Abril de 1993 e canonizada, no dia 30 de Abril de 2000, na Praça de São Pedro, em Roma, pelo mesmo Pontífice. Estes dois actos de João Paulo II ocorreram no 2º Domingo de Páscoa, dia em que a Igreja Católica estabeleceu como Domingo da Divina Misericórdia. A memória litúrgica de Santa Faustina faz-se no dia 5 de Outubro.
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