- MATRÍCULAS NA CATEQUESE
Com o encerramento do ano catequético de 2015/2016, começamos,
desde já, a preparar o próximo ano. As matrículas para o 1º ano realizam-se no dia 2
de Julho: das 10 às 12 horas e das 16 às 18 horas.
Se a criança a inscrever não foi baptizada em Santa Maria da
Feira, os pais ou os encarregados de educação devem trazer a certidão
comprovativa do seu baptismo.
Os que já frequentam a catequese devem renovar a sua matrícula
junto dos seus catequistas.
- O PAPA FRANCISCO NA
ARMÉNIA
O Papa Francisco visitou - a convite de Karekin II, supremo
Patriarca e Catholicos de todos os arménios, das autoridades civis e da Igreja
Católica - a Arménia de 24 a 26 de Junho. Foi a sua 14ª Viagem Apostólica. A
Arménia foi o primeiro país a acolher o cristianismo como religião oficial, no
ano 301, graças à obra de evangelização de S. Gregório, o Iluminador.
O Papa quis testemunhar a sua profunda fé; reavivar o desejo de
paz e partilhar os sofrimentos e as esperanças de todo um povo que, na sua
grande maioria, vive fora da sua pátria, mas conserva as suas tradições
religiosas e culturais.
Momento importante da visita do Papa foi a sua ida ao Memorial de
Tzitzernakaberd, que recorda o massacre de um milhão e meio de arménios, em
1915, às mãos do Império Otomano.
O Papa terminou esta sua primeira viagem à Arménia, com um gesto
de paz junto à fronteira turca, onde lançou duas pombas brancas, na companhia
do patriarca dos Arménios, Karekin II.
A última cerimónia religiosa da visita decorreu no Mosteiro de
Khor Virap, um dos lugares sagrados da Igreja Arménia, no sopé do Monte Ararat,
hoje território da Turquia.
Noutra intervenção, o Papa desejou que os arménios e os turcos
procurem caminhos de reconciliação para fechar “feridas abertas” há 100 anos.
Nesta visita, o Papa foi sempre acompanhado pelo patriarca da
Igreja Apostólica Arménia, o ‘catholicos’ Karekin II, com o qual assinou uma
declaração ecuménica conjunta de condenação das perseguições religiosas e do
fundamentalismo.
Durante toda a viagem, o Papa repetiu, em várias intervenções, o
desejo de “unidade plena” entre católicos e arménios, sublinhando que essa
unidade é uma exigência de respeito por todos os que “sacrificaram a vida pela
fé”.
A cerimónia de despedida decorreu no aeroporto internacional de
Erevan, capital da Arménia, nação que conta actualmente com cerca de 280 mil
católicos (9,6% da população). (cf.
Ecclesia)

