*FESTA DO BAPTISMO DO SENHOR
A Igreja celebra, no Domingo, 11 de Janeiro, a Festa do Baptismo
do Senhor. Com esta celebração termina o Tempo do Natal e inicia o Tempo Comum
da Igreja. Ela marca a revelação de Cristo como o Filho de Deus e o início da Sua
vida pública. É uma festa muito antiga, na história da Igreja, sendo celebrada
desde o século II.
A Igreja do Oriente já celebrava a Epifania e o Baptismo de Jesus, no ano 300, no dia 6 de Janeiro. A Igreja do Ocidente comemorava essa festa apenas na Liturgia das Horas.
Em 1969, com a reforma litúrgica, esta festa foi marcada no Domingo após a Epifania. Onde a Solenidade da Epifania não puder ser celebrada no dia 6 de Janeiro, é celebrada no Domingo, entre 2 e 8 de Janeiro, e a Festa do Baptismo no Domingo após a Epifania.
No episódio bíblico do baptismo de Jesus, o Pai diz: “Este é o meu Filho muito amado,
no qual pus toda a minha complacência” (cf. Mt. 3, 17)
no qual pus toda a minha complacência” (cf. Mt. 3, 17) A estima, a amizade, o amor eterno do Pai acompanha o Filho e se agrada do modo como cumpre a Sua missão.
Jesus é baptizado por João, nas águas do Rio Jordão. Mesmo sem
pecado, Ele dispõe-se a receber o baptismo: um baptismo de conversão que é
sinal do ‘novo baptismo’ que Jesus inaugurará com a sua Morte e Ressurreição.
Assim, tornamo-nos homens novos, na medida em que aprendemos a reconhecer a
vida como dom de amor e a viver deste Amor.
Através do Baptismo, tornamo-nos filhos de Deus, em definitivo. Já não somos mais escravos, ou servos; somos filhos amados e devemos amá-Lo como Cristo O ama.
A Igreja do Oriente já celebrava a Epifania e o Baptismo de Jesus, no ano 300, no dia 6 de Janeiro. A Igreja do Ocidente comemorava essa festa apenas na Liturgia das Horas.
Em 1969, com a reforma litúrgica, esta festa foi marcada no Domingo após a Epifania. Onde a Solenidade da Epifania não puder ser celebrada no dia 6 de Janeiro, é celebrada no Domingo, entre 2 e 8 de Janeiro, e a Festa do Baptismo no Domingo após a Epifania.
No episódio bíblico do baptismo de Jesus, o Pai diz: “Este é o meu Filho muito amado,
no qual pus toda a minha complacência” (cf. Mt. 3, 17)
no qual pus toda a minha complacência” (cf. Mt. 3, 17) A estima, a amizade, o amor eterno do Pai acompanha o Filho e se agrada do modo como cumpre a Sua missão.
Através do Baptismo, tornamo-nos filhos de Deus, em definitivo. Já não somos mais escravos, ou servos; somos filhos amados e devemos amá-Lo como Cristo O ama.
