O Papa Leão XIV foi recebido por Felipe VI e sua esposa, Letizia, reis de Espanha Ainda esta manhã, Leão XIV vai ser recebido, numa cerimónia oficial de boas-vindas, no Palácio Real, seguida da visita de cortesia aos reis de Espanha e de um encontro com autoridades, sociedade civil e corpo diplomático.
A agenda do Papa, na capital espanhola, prossegue com uma visita ao projecto social “CEDIA 24 horas”, junto de pessoas em situação de sem-abrigo, e uma vigília de oração com os jovens na “Plaza de Lima”.
No domingo, o Papa presidirá à Missa e à procissão do Corpo de Deus na “Plaza de Cibeles”, mantendo depois um encontro privado com a Ordem de Santo Agostinho e um evento com o mundo da cultura, da arte, da economia e do desporto na “Movistar Arena”.
O último dia em Madrid, a 8 de junho, começa com encontros dedicados às autoridades políticas, com o primeiro-ministro e com os deputados no Parlamento espanhol.
Leão XIV vai reunir-se ainda com os bispos espanhóis, na sede da Conferência Episcopal Espanhola, prestando depois homenagem à Virgem da Almudena, antes de um grande encontro com a comunidade diocesana, no Santiago Bernabéu, onde fará a bênção das primeiras pedras de 17 novas igrejas paroquiais, sinalizando o actual crescimento demográfico e o aumento da prática religiosa juvenil, nos bairros periféricos de Madrid.
A 9 de Junho, após um encontro com voluntários, o Papa viajará para Barcelona, onde o programa arranca com a oração da hora média, na Catedral, e uma vigília no Estádio Olímpico Lluís Companys.
Na quarta-feira, 10 de Junho, Leão XIV visita o centro penitenciário “Brians 1”; rezará o Rosário na Abadia de Montserrat e partilhará uma refeição com a comunidade beneditina local.
O final da tarde está reservado para a Missa na Basílica da Sagrada Família, momento em que o Papa vai inaugurar a torre de Jesus Cristo. A Conferência Episcopal Espanhola (CEE) destaca que este acto se enquadra no centenário da morte de Antoni Gaudí, cuja obra continua a colocar a “beleza ao serviço da fé”.
A recta final do percurso apostólico centra-se no arquipélago das Canárias, região fortemente marcada pelas rotas migratórias.
Os bispos espanhóis sublinham que a presença do Papa neste território é um apelo a olhar para a “dignidade” de cada pessoa e a apoiar, com “caridade concreta”, aqueles que sofrem “a dureza do desenraizamento”.
Depois de reunir-se com o clero e os agentes de pastoral, na Catedral de Santa Ana, o dia termina com a celebração da Eucaristia, no Estádio de Gran Canária.
Na manhã de sexta-feira, 12 de Junho, a viagem prossegue para Tenerife, com o pontífice a deslocar-se, de imediato, ao centro de migrantes “Las Raíces” e à “Plaza del Cristo de La Laguna”, dedicada à integração destas populações.
A viagem apostólica a Espanha termina com a Missa, no porto de Santa Cruz de Tenerife, partindo o voo papal de regresso a Roma, pelas 15h00. (cf. Ecclesia)






















