*SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR
A Solenidade da Ascensão do Senhor é
celebrada 40 dias depois da Páscoa, na Quinta-Feira da Ascensão. Como em muitos
países este dia não é considerado feriado religioso, a Festa da Ascensão do
Senhor é transferida para o Domingo seguinte.
Esta Festa encerra o Tempo Pascal. Jesus despede-se dos seus apóstolos, confiando-lhes a missão de anunciar o Evangelho em toda a parte. Poderíamos pensar que, subindo ao Céu, Jesus nos deixaria sós. Porém, a separação é só aparente, porque o Senhor continua a actuar, na Igreja e no Mundo, através da acção do seu Espírito que habita no coração dos seus discípulos e torna o Senhor Jesus presente, em comunhão com eles até ao fim dos tempos.
A celebração da Ascensão tem origens antigas e é referida por Eusébio de Cesareia [foi bispo de Cesareia e é referido como o pai da história da Igreja porque nos seus escritos estão os primeiros relatos da história do Cristianismo primitivo] e pela peregrina Egéria [nasceu no século IV d.C. na Hispânia, provavelmente na Galécia, região actualmente ocupada pelo Norte de Portugal e pela Galiza. Foi autora de um dos primeiros relatos sobre uma viagem à Terra Santa, onde esteve entre 381 e 384. Provavelmente fez parte de uma comunidade religiosa, tendo, segundo algumas fontes, chegado a abadessa]. São João Crisóstomo e Santo Agostinho já se referiam a esta solenidade, em várias das suas homilias. Mas, uma influência decisiva, na sua difusão, deve-se a São Gregório de Nazianzo.
Esta Festa encerra o Tempo Pascal. Jesus despede-se dos seus apóstolos, confiando-lhes a missão de anunciar o Evangelho em toda a parte. Poderíamos pensar que, subindo ao Céu, Jesus nos deixaria sós. Porém, a separação é só aparente, porque o Senhor continua a actuar, na Igreja e no Mundo, através da acção do seu Espírito que habita no coração dos seus discípulos e torna o Senhor Jesus presente, em comunhão com eles até ao fim dos tempos.
A celebração da Ascensão tem origens antigas e é referida por Eusébio de Cesareia [foi bispo de Cesareia e é referido como o pai da história da Igreja porque nos seus escritos estão os primeiros relatos da história do Cristianismo primitivo] e pela peregrina Egéria [nasceu no século IV d.C. na Hispânia, provavelmente na Galécia, região actualmente ocupada pelo Norte de Portugal e pela Galiza. Foi autora de um dos primeiros relatos sobre uma viagem à Terra Santa, onde esteve entre 381 e 384. Provavelmente fez parte de uma comunidade religiosa, tendo, segundo algumas fontes, chegado a abadessa]. São João Crisóstomo e Santo Agostinho já se referiam a esta solenidade, em várias das suas homilias. Mas, uma influência decisiva, na sua difusão, deve-se a São Gregório de Nazianzo.
