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SEMANA DOS SEMINÁRIOS
A Igreja, em Portugal, celebra de 01 a 08 de Novembro, a Semana de Oração pelos
Seminários. Este ano, esta semana de oração tem como tema «Comunidade que reza, Seminário que floresce».
Além da equipa formadora que acompanha de perto os seminaristas candidatos ao sacerdócio, não podemos esquecer e nem podemos prescindir da comunidade, sobretudo paroquial, como suporte dos futuros sacerdotes.
E o primeiro sinal de pertença neste processo alargado que compete à comunidade é a oração. Da oração nascem todos os projetos que são de Deus. Daí a necessidade e o apelo à oração. Comunidade cristã que não reza não é comunidade cristã, comunidade cristã que não reza pelos seus Seminários é uma comunidade ausente e desligada da família geradora de vocações para o sacerdócio.
Valorizando a imagem do bom semeador, a oração é a semente que muitos lançam com insistência, mesmo sem conhecerem os terrenos, nos quais apenas confiam e reconhecem potencialidades. Rezar, rezar, semear, semear.
E os frutos? Ninguém adivinha, ninguém sabe quando vão germinar, mas acreditam que um dia irão surgir. É um futuro que está para além dos desenhos, dos mapas, das previsões, que tantas vezes vão sendo definidos.
Mas uma certeza não abandonamos: sem oração, o Seminário não pode florescer, as sementes não poderão corresponder Àquele que é a origem de todos os dons, incluindo obrigatoriamente o sacerdócio. Como membros de uma única família, equipas formadoras, comunidades paroquiais, onde se desenvolvem vínculos e relações, a oração antecede e precede o florescimento de sacerdotes.
Rezemos pelos Seminários, pelos formadores, e que também estão além do institucional. Rezemos pelos seminaristas, sintamo-nos comunidades comprometidas, para que os Seminários floresçam. Sem a oração de todos, sobretudo das comunidades cristãs, os Seminários não podem crescer espontaneamente, não podem prosperar as vocações sacerdotais e não se podem desenvolver com sucesso as sementes que já estão depositadas no coração de muitos jovens.
É natural que o futuro não corresponda ao que sonhamos e necessitamos como resultado prático, mas que corresponda ao plano de florescimento que reside na visão do Senhor dos Seminários, dos seminaristas, que é Jesus, o nosso Bom Pastor, Aquele que é o Senhor das ovelhas.
Que Maria, Mãe das Vocações e Refúgio das comunidades cristãs, Mulher de vínculos de proximidade, ampare esta nossa intenção e a nossa fervorosa oração, nesta primeira semana de Novembro…”
O Papa inicia esta Viagem Apostólica com uma mensagem centrada na escuta, na unidade, na paz e na promoção da dignidade humana, a ser proposta a uma América Latina marcada por profundas raízes históricas, culturais e religiosas, e onde a Igreja é chamada a renovar o seu compromisso com a evangelização, a justiça social e a construção da fraternidade.
A viagem tem, também, um significado muito pessoal para Leão XIV, especialmente pelo retorno ao Peru, país onde viveu durante muitos anos como missionário, religioso agostiniano e bispo de Chiclayo. Será uma oportunidade de reencontrar comunidades que marcaram profundamente a sua trajetória pastoral.
Mais do que uma agenda repleta de compromissos institucionais e celebrações litúrgicas, a viagem pretende ser uma oportunidade de encontro com os povos latino-americanos, com as suas alegrias, dificuldades, esperanças e desafios.
A defesa da dignidade humana, a promoção da paz, a atenção aos mais vulneráveis, a educação, a juventude, a família e o compromisso missionário da Igreja estarão entre os temas que marcarão os encontros do Papa.
Na Audiência-Geral, do passado 4 de Novembro, o Papa Leão XIV pediu aos fiéis que o acompanhem com as suas orações, para que a viagem fortaleça a fé, renove a esperança e reacenda a chama da caridade, desafiando todos para anunciar o Evangelho, com alegria. “… Confio-me às vossas orações, para que esta viagem fortaleça a fé, renove a esperança, reavive o fogo da caridade e seja um impulso para continuar a anunciar o Evangelho, com alegria …”.
A peregrinação apostólica, que terminará no dia 17 de Novembro, com o seu regresso a Roma, será também uma oportunidade para reafirmar a proximidade do Sucessor de Pedro com as Igrejas locais e fortalecer os laços de comunhão e fraternidade entre os povos da América Latina e a Igreja universal. (cf. Vatican News)


