PALAVRA COM SENTIDO

PALAVRA COM SENTIDO

“…Soltai brados de alegria… Fazei ouvir os vossos louvores…” (cf. Jeremias 31, 7)

O convite à alegria é permanente, na Palavra do Senhor. A alegria nasce da fé no Senhor que salva o seu povo; é fermento de esperança, na tristeza que envolve a vida; é testemunho do amor que se verga sob o peso da cruz; é proclamação da verdade que nos liberta. O desafio da alegria afronta o ódio, a vingança, a marginalidade, a violência, porque é criador de unidade, de comunhão, de festa, de encontro e de paz… A verdadeira alegria: aquela que vem de Deus e anima a nossa acção missionária. Por ela, somos convidados a louvar e a agradecer as maravilhas que Deus faz em nós e, por nós, no meio do mundo. Cantar a alegria da fé, do amor incondicional, da vida doada em serviço por amor, da fraternidade que construímos na harmonia das palavras e na beleza dos gestos, da esperança que destrói muros e lança pontes de solidariedade e de perdão. Acolher a alegria de Jesus presente no meio de nós…

segunda-feira, 28 de março de 2011

NOTÍCIAS


Japão: Igrejas abertas para acolher desalojados

As igrejas católicas da diocese de Sendai, no Japão, estão abertas para acolher os refu-giados deixados pelo sismo e o tsunami do último dia 11. Segundo o último balanço provisório divulgado pela polícia japonesa, na quinta-feira, o terramoto fez mais de 27 mil mortos e desaparecidos. Em declarações à Rádio Vaticano, o padre Daisuke Narui, director da Caritas do Japão, disse que a abertura das igrejas quer ser “um testemunho dos valores cristãos” de amor ao próximo. Entre os refugiados há várias pessoas vindas da área de Fukushima, por causa dos riscos de fugas radioactivas na central nuclear, um problema que, segundo Daisuke Narui, “agita as mentes das pessoas”. ( in, Agência Eccle-sia )

Solidariedade: Crise exige criatividade, diz D. Carlos Azevedo
No Dia Nacional da Caritas Portuguesa, lembrando a situação económica e politicado nosso país, o presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social apelou hoje à criatividade das organizações católicas, particularmente a Caritas, para enfrentar as consequências da crise económica e política em Portugal. “Neste tempo de graves carências sociais, mais criativo deve ser o trabalho da Caritas, para dar resposta pronta a tantas situações”, referiu D. Carlos Azevedo, assinalando o dia nacional da Caritas Portuguesa, que se celebra este domingo. Na homilia da Missa a que presidiu, na igreja paroquial da Portela, Lisboa, este responsável defendeu que os católicos, “sobretudo em momentos críticos”, devem encontrar “o que fazer pelo povo, cansado, desnorteado, confuso (… ) O nosso futuro colectivo possa partir da consciência dos nossos velhos e novos pecados sociais” Sem se referir directamente à crise política, D. Carlos Azevedo afirmou que “grandes consensos cimentarão a confiança, libertando as energias para avanços consis-tentes (…) A política sem ética é mero jogo, teatro perigoso, alternando entre comédia e tragédia”, alertou D. Carlos Azevedo. ( in, Agência Ecclesia )