- Neste Domingo, 18 de Setembro de 2011, o Papa Bento XVI convidou os cristãos a pedir a Nossa Senhora a sua intercessão para o florescimento de vocações para o serviço da nova evangelização. Disse o Papa: “Dirijamo-nos em oração à Virgem Maria, para que em toda a Igreja amadureçam vocações sacerdotais, religiosas e leigas para o serviço da nova evangelização… Hoje vivemos na época da nova evangelização. Vastos horizontes abrem-se ao anúncio do Evangelho, enquanto regiões de antiga tradição cristã estão chamadas a redescobrir a beleza da fé…Os protagonistas desta missão são homens e mulheres que, como São Paulo, sabem dizer: ‘Para mim, viver é Cristo’… São pessoas, famílias, comunidades que aceitam trabalhar na vinha do Senhor, segundo a imagem do Evangelho deste domingo. Trabalhadores humildes e generosos que não pedem outra recompensa a não ser participar da missão de Jesus e da Igreja…Queridos amigos, o Evangelho transformou o mundo e continua a transformá-lo, como um rio que rega um imenso campo”. ( cf. ZENIT )
- Ao receber - nesta Segunda-feira, dia 19 de Setembro, em Castelgandolfo - um grupo de Bispos Indianos, vindos a Roma por ocasião da visita “ad limina Apostolorum”, o Papa afirmou:
“Os mais significativos recursos concretos das Igrejas a que presidis não se encontram nos edifícios, escolas, orfanatos, conventos… mas sim nas pessoas, homens, mulheres e crianças da Igreja na Índia que levam a fé à vida, testemunhando a presença amorosa de Deus através da santidade da sua existência. Como parte do seu antigo e rico património, a Índia regista uma longa e notável presença cristã, que tem contribuído para o progresso da sociedade indiana, beneficiando de múltiplas maneiras a vossa cultura, enriquecendo a vida de inumeráveis cidadãos, e não só dos católicos… A Igreja não pode deixar de ver a fé dos seus membros - individual e colectivamente - como um grande sinal de esperança para a Índia e para o seu futuro, independentemente do facto de serem ricos ou pobres, homens ou mulheres, de antigas tradições cristãos ou recentemente chegados à fé… A Igreja Católica é amiga dos pobres. Como Cristo, ela acolhe, sem excepção, todos os que dela se aproximam para ouvir a mensagem divina de paz, esperança e salvação. Obedecendo ao seu Senhor, a Igreja actua, assim, independentemente da tribo ou língua, povo ou nação, pois em Cristo somos todos um só corpo”.
