No Benin, África, na Missa de encerramento da visita:
- Da homilia do Papa, na Solenidade de Cristo Rei
“Jesus, o Filho do homem, juiz supremo das nossas vidas, quis assumir o rosto de quem padece a fome e a sede, o rosto dos estrangeiros, dos que estão nus, doentes ou presos, de todas as pessoas que sofrem ou que são excluídas… Ainda hoje, como há dois mil anos, acostumados a ver os sinais da realeza no sucesso, na força, no dinheiro ou no poder, custa-nos aceitar um rei assim, que se faz servo dos mais pequenos, dos mais humildes; um rei cujo trono é uma cruz”.
e dirigindo-se aos povos de língua portuguesa:
“Queridos irmãos e irmãs da África lusófona que me ouvis: a todos dirijo a minha saudação e convido a renovar a vossa decisão de pertencer a Cristo e de servir o seu Reino de reconciliação, de justiça e de paz. O seu Reino pode ser posto em perigo, no nosso coração. Aqui, Deus cruza-se com a nossa liberdade. Nós – e só nós – podemos impedi-Lo de reinar em nós mesmos e, por consequência, tornar difícil a sua realeza na família, na sociedade e na história. Por causa de Cristo, muitos homens e mulheres se opuseram, vitoriosamente, às tentações do mundo para viver fielmente a sua fé, às vezes mesmo até ao martírio. A seu exemplo, amados pastores e fiéis, sede sal e luz de Cristo na terra africana! Amém.”
