PALAVRA COM SENTIDO

PALAVRA COM SENTIDO

“…Soltai brados de alegria… Fazei ouvir os vossos louvores…” (cf. Jeremias 31, 7)

O convite à alegria é permanente, na Palavra do Senhor. A alegria nasce da fé no Senhor que salva o seu povo; é fermento de esperança, na tristeza que envolve a vida; é testemunho do amor que se verga sob o peso da cruz; é proclamação da verdade que nos liberta. O desafio da alegria afronta o ódio, a vingança, a marginalidade, a violência, porque é criador de unidade, de comunhão, de festa, de encontro e de paz… A verdadeira alegria: aquela que vem de Deus e anima a nossa acção missionária. Por ela, somos convidados a louvar e a agradecer as maravilhas que Deus faz em nós e, por nós, no meio do mundo. Cantar a alegria da fé, do amor incondicional, da vida doada em serviço por amor, da fraternidade que construímos na harmonia das palavras e na beleza dos gestos, da esperança que destrói muros e lança pontes de solidariedade e de perdão. Acolher a alegria de Jesus presente no meio de nós…

terça-feira, 1 de novembro de 2011

“PEREGRINOS DA VERDADE, PEREGRINOS DA PAZ”


LÍDERES RELIGIOSOS MUNDIAIS EM ASSIS
A religião é uma força de paz. A violência - muitas vezes exercida em nome das convicções religiosas - na verdade, deforma-a, provoca a sua destruição.
Acerca da violência, o Papa Bento XVI afirmou: “…Existem duas novas formas de violência, diametralmente opostas na sua motivação. Em primeiro lugar, está o terrorismo, no qual, em vez de uma grande guerra, realizam-se ataques bem definidos que devem atingir pontos importantes do adversário, de modo destrutivo e sem nenhuma preocupação pelas vidas humanas inocentes, que acabam cruelmente ceifadas ou mutiladas…Sabemos que, frequentemente, o terrorismo tem uma motivação religiosa e que, precisamente, o carácter religioso dos ataques serve como justificação para esta crueldade monstruosa, que crê poder anular as regras do direito por causa do ‘bem’ pretendido. Aqui a religião não está ao serviço da paz, mas da justificação da violência… Esta não é a verdadeira natureza da religião. Pelo contrário: é a sua deturpação e contribui para a sua destruição… Um segundo tipo de violência é a consequência da ausência de Deus, da sua negação e da perda de humanidade que resulta disso… Os inimigos da religião buscam o seu desaparecimento, mas o ‘não’ a Deus produziu crueldade e uma violência sem medida, que só foi possível porque o homem deixou de reconhecer qualquer norma e juiz superior, e fez de si mesmo a única norma a seguir…A ausência de Deus leva à decadência do homem e do huma-nismo…” ( cf. Zenit