PALAVRA COM SENTIDO

PALAVRA COM SENTIDO

“…Soltai brados de alegria… Fazei ouvir os vossos louvores…” (cf. Jeremias 31, 7)

O convite à alegria é permanente, na Palavra do Senhor. A alegria nasce da fé no Senhor que salva o seu povo; é fermento de esperança, na tristeza que envolve a vida; é testemunho do amor que se verga sob o peso da cruz; é proclamação da verdade que nos liberta. O desafio da alegria afronta o ódio, a vingança, a marginalidade, a violência, porque é criador de unidade, de comunhão, de festa, de encontro e de paz… A verdadeira alegria: aquela que vem de Deus e anima a nossa acção missionária. Por ela, somos convidados a louvar e a agradecer as maravilhas que Deus faz em nós e, por nós, no meio do mundo. Cantar a alegria da fé, do amor incondicional, da vida doada em serviço por amor, da fraternidade que construímos na harmonia das palavras e na beleza dos gestos, da esperança que destrói muros e lança pontes de solidariedade e de perdão. Acolher a alegria de Jesus presente no meio de nós…

domingo, 25 de dezembro de 2011

HISTÓRIA DO PRESÉPIO


O presépio é a representação mais singela e terna do nascimento de Jesus. Descreve a importância daquele momento único da história do mundo e ao mesmo lembra-nos a forma simples e humilde em que se deu o nascimento. A presença do Deus Menino naquele estábulo, ao lado de seus pais, tendo por testemunhas os pastores e os animais e recebendo a visita dos Reis Magos guiados pela estrela de Belém, mostra a grandeza e a omnipotência de Deus, representada na fragilidade de uma criança. Esta representação foi criada por São Francisco de Assis, em 1223, que, na companhia de Frei Leão e com a ajuda do senhor Giovanni Vellina, montou numa gruta da floresta, na região de Greccio, Itália, a encenação do nascimento de Jesus. Na época, estava proibida a realização de dramas litúrgicos nas Igrejas, mas São Francisco pediu dispensa de tal proibição, desejoso de lembrar ao povo a natividade e o amor a Jesus Cristo. O povo foi convidado para a missa e, ao chegarem à gruta, encontraram a cena do nascimento, representada, ao vivo, por pastores e animais. Depois da morte de São Francisco, os Frades Franciscanos continuaram a representação do presépio utilizando imagens. Os reis Magos, numa interpretação mais recentes, são lembrados como símbolo da união dos povos: Gaspar, o negro: Melchior, o branco e Baltazar, o asiático.

( cf. História do Presépio: Paróquia Bom Pastor - Suzano/SP )