PALAVRA COM SENTIDO

PALAVRA COM SENTIDO

“…Soltai brados de alegria… Fazei ouvir os vossos louvores…” (cf. Jeremias 31, 7)

O convite à alegria é permanente, na Palavra do Senhor. A alegria nasce da fé no Senhor que salva o seu povo; é fermento de esperança, na tristeza que envolve a vida; é testemunho do amor que se verga sob o peso da cruz; é proclamação da verdade que nos liberta. O desafio da alegria afronta o ódio, a vingança, a marginalidade, a violência, porque é criador de unidade, de comunhão, de festa, de encontro e de paz… A verdadeira alegria: aquela que vem de Deus e anima a nossa acção missionária. Por ela, somos convidados a louvar e a agradecer as maravilhas que Deus faz em nós e, por nós, no meio do mundo. Cantar a alegria da fé, do amor incondicional, da vida doada em serviço por amor, da fraternidade que construímos na harmonia das palavras e na beleza dos gestos, da esperança que destrói muros e lança pontes de solidariedade e de perdão. Acolher a alegria de Jesus presente no meio de nós…

terça-feira, 1 de novembro de 2011

CATEQUESE


FESTA DO ACOLHIMENTO


No dia 29 de Outubro, Sábado, na Eucaristia das 18.30 h., fizemos a Festa do Acolhimento das crianças que começaram a frequentar o 1º ano da catequese. Na simplicidade da nossa celebração, quisemos dizer a estas crianças que, através de nós, é Jesus que as acolhe com amor, com alegria: Jesus guarda-as com ternura e quer ficar no seu coração. A comunidade assume, assim, um papel importante no testemunho da fé e na vivência dos valores evangélicos, complementando a missão dos pais e dos catequistas.



SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS


E COMEMORAÇÃO DOS FIÉIS DEFUNTOS


No dia 1de Novembro, a Igreja celebra a solenidade de Todos os Santos. No dia 2 de Novembro, faz a comemoração de todos os Fiéis Defuntos. Estas celebrações têm um lugar marcante na vida dos cristãos e caracterizam a religiosidade do nosso povo.
No dia de Todos os Santos, celebramos os eleitos de Deus que se encontraram, já, na glória do Céu. São tantos que não se podem contar; vêem Deus face a face; vivem a abundância da verdadeira vida; gozam de uma felicidade sem limites; intercedem por nós.
A Igreja faz, também, a memória dos que morreram no Senhor - todos os Fiéis Defuntos. São todos aqueles que, passando as tribulações da vida, foram fiéis a Cristo até à morte terrena. A Igreja celebra a sua perseverança e entrega confiada a Jesus, na expectativa da ressurreição.
Na paróquia de Santa Maria da Feira, a celebração de Todos os Santos, com memória dos Fiéis Defuntos, terá lugar na Igreja Matriz, às 15 horas, do dia 1 de Novembro. No fim da missa, como é habitual, far-se-á a romagem ao Cemitério.

“PEREGRINOS DA VERDADE, PEREGRINOS DA PAZ”


LÍDERES RELIGIOSOS MUNDIAIS EM ASSIS
A religião é uma força de paz. A violência - muitas vezes exercida em nome das convicções religiosas - na verdade, deforma-a, provoca a sua destruição.
Acerca da violência, o Papa Bento XVI afirmou: “…Existem duas novas formas de violência, diametralmente opostas na sua motivação. Em primeiro lugar, está o terrorismo, no qual, em vez de uma grande guerra, realizam-se ataques bem definidos que devem atingir pontos importantes do adversário, de modo destrutivo e sem nenhuma preocupação pelas vidas humanas inocentes, que acabam cruelmente ceifadas ou mutiladas…Sabemos que, frequentemente, o terrorismo tem uma motivação religiosa e que, precisamente, o carácter religioso dos ataques serve como justificação para esta crueldade monstruosa, que crê poder anular as regras do direito por causa do ‘bem’ pretendido. Aqui a religião não está ao serviço da paz, mas da justificação da violência… Esta não é a verdadeira natureza da religião. Pelo contrário: é a sua deturpação e contribui para a sua destruição… Um segundo tipo de violência é a consequência da ausência de Deus, da sua negação e da perda de humanidade que resulta disso… Os inimigos da religião buscam o seu desaparecimento, mas o ‘não’ a Deus produziu crueldade e uma violência sem medida, que só foi possível porque o homem deixou de reconhecer qualquer norma e juiz superior, e fez de si mesmo a única norma a seguir…A ausência de Deus leva à decadência do homem e do huma-nismo…” ( cf. Zenit

PARA REZAR


SALMO 131


Senhor, o meu coração não é orgulhoso,
nem os meus olhos são altivos;
não corro atrás de grandezas
ou de coisas superiores a mim.


Pelo contrário, estou sossegado e tranquilo,
como criança saciada ao colo da mãe;
a minha alma é como uma criança saciada!
Israel, espera no Senhor,
desde agora e para sempre