- a propósito do Dia do Pai: 19 de Março
SÃO JOSÉ
“…São José foi chamado por Deus para servir directamente a Pessoa e a missão de Jesus, mediante o exercício da sua paternidade: desse modo, precisamente, ele «coopera no grande mistério da Redenção, quando chega a plenitude dos tempos», e é verdadeiramente «ministro da salvação». A sua paternidade expressou-se concretamente «em ter feito da sua vida um serviço, um sacrifício, ao mistério da Incarnação e à missão redentora com o mesmo inseparavelmente ligada; em ter usado da autoridade legal, que lhe competia em relação à Sagrada Família, para lhe fazer o dom total de si mesmo, da sua vida e do seu trabalho; e em ter convertido a sua vocação humana para o amor familiar na sobre-humana oblação de si, do seu coração e de todas as capacidades, no amor que empregou ao serviço do Messias germinado na sua casa». A Liturgia, ao recordar que foram confiados «à solícita guarda de São José, na aurora dos novos tempos, os mistérios da salvação», esclarece também que ele «foi constituído por Deus chefe da sua Família, para que, servo fiel e prudente, guardasse com paterna solicitude o seu Filho uni-génito». O Papa Leão XIII realça a sublimidade desta missão: «Ele entre todos, impõe-se pela sua sublime dignidade, dado que, por disposição divina, foi guardião e, na opinião dos homens, pai do Filho de Deus. Daí se seguia, portanto, que o Verbo de Deus fosse submisso a José, lhe obedecesse e lhe prestasse aquela honra e aquela reverência, que os filhos devem aos próprios pais». E uma vez que não se pode conceber que a uma tarefa tão sublime não correspondessem as qualidades requeridas para a desempenhar adequadamente, importa reconhecer que José teve em relação a Jesus, «por especial dom do Céu, todo aquele amor natural e toda aquela solicitude afectuosa que o coração de um pai possa experimentar». Com a autoridade paterna sobre Jesus, Deus terá comunicado também a José o amor correspondente, aquele amor que tem a sua fonte no Pai «do qual toda a paternidade, nos céus e na terra, toma o nome» (Ef 3, 15)…” ( João Paulo II, sobre a figura e missão de São José ) A devoção a São José, na Igreja Católica, é antiquíssima. A Igreja do Oriente celebra a sua memória desde o séc. IX. Os Carmelitas introduziram a festa de São José na Igreja ocidental. Os Franciscanos, em 1399, faziam da memória de São José uma grande festividade. O Papa Xisto IV inseriu-a no breviário e no missal. O Papa Gregório XV estendeu esta festa a toda a Igreja. O Papa Clemente XI compôs o ofício, com os hinos, para o dia 19 de Março e colocou as missões da China sob a protecção de São José. O Papa Pio IX introduziu, em 1847, a festa do Patrocínio de São José e, em 1871, declarou-o padroeiro da Igreja Católica. O Papa Leão XIII e o Papa Bento XV recomendaram aos fiéis uma particular devoção a São José. Bento XV mandou inserir no missal um prefácio próprio.
Nada sabemos da infância de São José, nem da sua vida até o casamento com Maria, a jovem de Nazaré. Os Evangelhos não nos dizem nada a tal respeito. Limitam-se a afirmar que José era justo; que José era cumpridor da lei, era um homem santo; que era da Casa de David; que tinha a profissão de carpinteiro.
Ignora-se quando São José morreu. Há razões que fazem supor que o desenlace se tenha dado antes da vida pública de Jesus Cristo. Certamente não estaria vivo quando o seu Filho morreu na cruz; de contrário, não se compreenderia que Jesus recomendasse a sua Mãe ao seu discípulo João. ( cf. paginaoriente )
SÃO JOSÉ
“…São José foi chamado por Deus para servir directamente a Pessoa e a missão de Jesus, mediante o exercício da sua paternidade: desse modo, precisamente, ele «coopera no grande mistério da Redenção, quando chega a plenitude dos tempos», e é verdadeiramente «ministro da salvação». A sua paternidade expressou-se concretamente «em ter feito da sua vida um serviço, um sacrifício, ao mistério da Incarnação e à missão redentora com o mesmo inseparavelmente ligada; em ter usado da autoridade legal, que lhe competia em relação à Sagrada Família, para lhe fazer o dom total de si mesmo, da sua vida e do seu trabalho; e em ter convertido a sua vocação humana para o amor familiar na sobre-humana oblação de si, do seu coração e de todas as capacidades, no amor que empregou ao serviço do Messias germinado na sua casa». A Liturgia, ao recordar que foram confiados «à solícita guarda de São José, na aurora dos novos tempos, os mistérios da salvação», esclarece também que ele «foi constituído por Deus chefe da sua Família, para que, servo fiel e prudente, guardasse com paterna solicitude o seu Filho uni-génito». O Papa Leão XIII realça a sublimidade desta missão: «Ele entre todos, impõe-se pela sua sublime dignidade, dado que, por disposição divina, foi guardião e, na opinião dos homens, pai do Filho de Deus. Daí se seguia, portanto, que o Verbo de Deus fosse submisso a José, lhe obedecesse e lhe prestasse aquela honra e aquela reverência, que os filhos devem aos próprios pais». E uma vez que não se pode conceber que a uma tarefa tão sublime não correspondessem as qualidades requeridas para a desempenhar adequadamente, importa reconhecer que José teve em relação a Jesus, «por especial dom do Céu, todo aquele amor natural e toda aquela solicitude afectuosa que o coração de um pai possa experimentar». Com a autoridade paterna sobre Jesus, Deus terá comunicado também a José o amor correspondente, aquele amor que tem a sua fonte no Pai «do qual toda a paternidade, nos céus e na terra, toma o nome» (Ef 3, 15)…” ( João Paulo II, sobre a figura e missão de São José ) A devoção a São José, na Igreja Católica, é antiquíssima. A Igreja do Oriente celebra a sua memória desde o séc. IX. Os Carmelitas introduziram a festa de São José na Igreja ocidental. Os Franciscanos, em 1399, faziam da memória de São José uma grande festividade. O Papa Xisto IV inseriu-a no breviário e no missal. O Papa Gregório XV estendeu esta festa a toda a Igreja. O Papa Clemente XI compôs o ofício, com os hinos, para o dia 19 de Março e colocou as missões da China sob a protecção de São José. O Papa Pio IX introduziu, em 1847, a festa do Patrocínio de São José e, em 1871, declarou-o padroeiro da Igreja Católica. O Papa Leão XIII e o Papa Bento XV recomendaram aos fiéis uma particular devoção a São José. Bento XV mandou inserir no missal um prefácio próprio.
Nada sabemos da infância de São José, nem da sua vida até o casamento com Maria, a jovem de Nazaré. Os Evangelhos não nos dizem nada a tal respeito. Limitam-se a afirmar que José era justo; que José era cumpridor da lei, era um homem santo; que era da Casa de David; que tinha a profissão de carpinteiro.
Ignora-se quando São José morreu. Há razões que fazem supor que o desenlace se tenha dado antes da vida pública de Jesus Cristo. Certamente não estaria vivo quando o seu Filho morreu na cruz; de contrário, não se compreenderia que Jesus recomendasse a sua Mãe ao seu discípulo João. ( cf. paginaoriente )
