Depois, nesta mesma manhã, encontrámo-nos com o Sucessor de Pedro, o Papa Francisco, que nos acolheu com fraterna alegria. Pediu-nos que levemos a todos os membros da nossa Diocese as suas “saudações cordiais, com votos de grande serenidade e confiança no Senhor”.
No nosso encontro com o Papa e na nossa oração com ele e junto dele esteve e está presente toda a Diocese: leigos, consagrados, seminaristas, diáconos, presbíteros e bispos. Fizemos presente junto do Santo Padre as intenções de todos os diocesanos e somos portadores da sua bênção a favor de todos, sobretudo dos mais pobres e dos que mais sofrem.
A mensagem que o Papa Francisco nos confiou é um convite a agradecermos a Deus o bem realizado pela Igreja em Portugal; a valorizarmos o que em nós portugueses é bom; a prosseguirmos com serenidade mas com determinação o anúncio da Alegria do Evangelho como nossa missão.
Foi insistente o conselho do Papa Francisco no diálogo que teve connosco para que, sobretudo nós bispos e sacerdotes, demos prioridade à oração e à pregação: pela palavra e pelo testemunho de vida.
O Papa Francisco, consciente de que carrega sobre os seus ombros o peso do mundo nesta hora difícil, confia na oração de todos. Disse-nos que o seu permanente pedido de oração não é um “slogan” mas resulta da consciência de que só em Deus e com Deus encontraremos as respostas para os desafios de hoje e para os graves problemas da Humanidade.
Juntamos a nossa bênção de pastores à bênção que imploramos ao Papa Francisco para a nossa Diocese e colocamos no coração de Nossa Senhora da Assunção, Mãe da Igreja e Padroeira da Diocese e da Catedral, as nossas alegrias, esperanças e projetos.

