PALAVRA COM SENTIDO

PALAVRA COM SENTIDO

“…Hás-de temer o Senhor, teu Deus…” (cf. Deuteronómio 6, 2)

Só Deus é Deus e Senhor. E não há outro Deus a quem amar, servir, adorar, acreditar, rezar, agradecer… Temer o Senhor não é ‘ter medo de Deus’. Não precisamos ter medo de Deus: Ele é amor, perdão, misericórdia, alegria, paz, salvação e esperança… Temer o Senhor é reconhecer a grandeza do seu poder; a santidade do seu nome; a ternura que nos dedica; a alegria da vida que nos oferece. Temer o Senhor é acolher a sua Palavra; cumprir os seus mandamentos; responder com fidelidade aos seus apelos; confiar na sua promessa e anunciá-la com a bondade dos nossos gestos. Quem ‘teme a Deus’ procura fazer tudo para não pecar contra ele; fazer nascer no coração o receio e a tristeza de o poder ofender. O apelo feito pela palavra de Deus aponta-nos o caminho da verdade, da justiça, da caridade, da compaixão. Uma grande exigência que nos trará a felicidade e a bênção.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

EM DESTAQUE


 
- INÍCIO DA CATEQUESE, NA IGREJA MATRIZ

A catequese, na Igreja Matriz, terá início no próximo dia 3 de Outubro. Como é habitual, as crianças, adolescentes e jovens devem encontrar-se com os seus catequistas no lugar e no horário do ano passado. O 1º ano reúne-se às 17,00 horas. Neste primeiro encontro de apresentação serão acertadas as regras e os horários a vigorar durante este ano de 2015/2016.

HORÁRIOS DA CATEQUESE

ANO 2015 / 2016

1º ANO – 17,00 h.

2º ANO – 17,00 h.

3º ANO – 17,00 h.

4º ANO – 17,00 h.

5ª ANO – 14,30 h.

6º ANO – 17,00 h.

7º ANO – 14,30 h.

8º ANO – 17,00 h.

9º ANO – 10,30 h.

10 ANO – 10,00 h.

 

 

- MENSAGEM DO
SR. BISPO DO PORTO

DA MEMÓRIA À GRATIDÃO

O próximo dia 29 de Setembro traz-nos à memória o dia da morte do último Bispo do Porto, já falecido, D. Armindo Lopes Coelho. Queremos, nesse dia, a exemplo do ano passado, celebrar a gratidão pelos bispos, presbíteros e diáconos que, no ministério ordenado, serviram a Igreja do Porto. Logo no início do novo ano pastoral desejamos traduzir a memória da Diocese em gratidão de todos os diocesanos e transformar este sentimento humano, tão natural e tão necessário nos tempos em que vivemos, em acção de graças a Deus pela vida que nos ofereceram os nossos bispos, presbíteros e diáconos e pelo bem por eles realizado.
Ao longo deste tempo de verão, Deus ofereceu-me múltiplas ocasiões para testemunhar a memória viva das comunidades cristãs da nossa Diocese aos sacerdotes que as serviram, ao longo do tempo mais distante ou mais próximo, sem a ninguém esquecer ou a ninguém ignorar. Sabemos todos, desde o berço da família até ao cerne da história dos povos, que só a memória agradecida do tempo que passou e das vidas que deram alma e sentido de missão a esse tempo nos pode abrir caminhos do futuro. Assim acontece nas famílias, nas instituições, nas comunidades e nos povos. Assim deve acontecer na Igreja que, dia a dia, faz memorial vivo de Jesus Cristo na Eucaristia e nos sacramentos celebrados, na Palavra escutada, rezada e testemunhada e na história concreta de todos quantos, no decurso dos séculos, nos ofereceram o dom da vida e nos legaram o testemunho da santidade.
Durante o anterior ano pastoral, Deus chamou ao Seu encontro os sacerdotes do nosso Presbitério: António de Almeida Garrido, António José Pacheco Gonçalves, António Alves Roriz, José Maria de Sousa Barbosa e Manuel Agostinho Pereira de Moura.
Queremos igualmente lembrar e trazer à nossa oração os sacerdotes das Congregações Religiosas que aqui trabalharam e aqui faleceram neste último ano: Padres Alberto Moreira (OFM), Pedro António Pinto (CM), Joaquim Monteiro (OFM.Cap) e Manuel dos Santos Neves (SMBN).
Venho, deste modo e com este sentido de memória e de gratidão, convidar toda a Igreja Diocesana, para a celebração da Eucaristia, na Sé Catedral, no próximo dia 29 de Setembro, às 19 horas. Esta hora de acção de graças é, também, hora de confiança no futuro e de esperança vocacional, certos e crentes que estamos de que o grão de trigo lançado à terra germinará a seu tempo e se transformará em colheita abundante. Sempre que acompanho um sacerdote no momento de encontro definitivo com Deus rezo e confio que novas vocações hão-de surgir neste chão fecundo da nossa Diocese, semeado pela vida e pelo testemunho dos sacerdotes de ontem e de hoje.
Junto de Deus, aqueles que partem continuarão a ser para todos nós uma presença e uma bênção.

Porto, 21 de setembro de 2015
(cf. Diocese do Porto)