*EPIFANIA DO SENHOR
Em tempo de Natal, a Igreja celebra – no Domingo entre os dias 2 e 8 de Janeiro - a Solenidade da Epifania do Senhor. Este ano, é celebrada no dia 5 de Janeiro.
O termo “epifania” transcreve a palavra grega que significa “manifestação”, “dar-se a conhecer”.
É Deus que se manifesta – dá-se a conhecer – na pessoa de Jesus que veio ao mundo para salvar, iluminando, com a luz da Sua palavra, o coração e a vida de todos os homens da terra.
A par da Páscoa, do Natal e do Pentecostes, a celebração da Epifania tem um lugar muito especial e importante na liturgia cristã.
Em muitos lugares, a celebração da Epifania é o dia, por excelência, em que se trocam presentes, recordando o facto dos Reis Magos terem oferecido presentes a Jesus.
O Evangelho apresenta-nos personagens conhecidos como 'Sábios', que deixaram a sua terra de origem, a sua cultura, o seu trabalho e a comodidade da sua casa para sair à procura daquele de quem falavam as profecias: um rei que salvaria o mundo e que governaria com justiça, devolvendo a esperança à humanidade.
De facto, a Escritura diz: «Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, chegaram a Jerusalém uns magos vindos do Oriente. E perguntaram: «Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo.» (cf. Mateus 2, 1-2).
Desde a antiguidade, existe a convicção de que eram três os Reis Magos e que os seus nomes eram Melchior, Gaspar e Baltasar. Esta tradição é muito forte, em parte graças a um famoso mosaico encontrado em Ravena - Itália que remonta ao século VI. Neste mosaico, os três nomes mencionados aparecem claramente gravados.
A narrativa bíblica continua afirmando que os Magos entraram na casa, “viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, adoraram-no; e, abrindo os cofres, ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra” (cf. Mateus 2, 11): ouro, para anunciar a sua realeza; incenso, para proclamar a sua divindade; e mirra, para afirmar a sua verdadeira condição humana e para afirmar a dádiva da sua vida em resgate os pecados dos homens.
Diz a tradição que, após a visita ao Menino Jesus, quando lhe ofereceram os três célebres presentes, os reis passaram a viver juntos na Índia. Diz-se, também, que São Tomé quando para lá se dirigiu, encontrou emblemas artísticos da estrela e do Menino Jesus, assim como o sinal da Cruz, mandados gravar pelos três Reis que agora lá viviam.
Na ocasião, o santo
que um dia duvidou, encontrou-se, também, com os três reis e consagrou-os
bispos. Os três reis
morreram com poucos dias de diferença entre eles, tendo sido sepultados com
todas as honras em túmulos conjuntos, tornando-se o lugar centro de culto donde
muitos fiéis receberam diversas graças.
No século IV, Santa
Helena, mãe do Imperador Constantino, ávida pelas relíquias
cristãs, viajou aos lugares santos em busca de
vestígios dos primórdios da nossa fé. Encontrou a Santa Cruz e outras
relíquias sagradas, mandando
erguer igrejas, basílicas e mosteiros nos mesmos lugares.
Foi ela também quem encontrou e obteve as relíquias dos três Reis, na Índia, nas províncias dominadas pelo Império Romano, trazendo-as para a grandiosa Basílica de Santa Sofia, em Constantinopla (hoje, Istambul). De lá, séculos depois, as relíquias foram transladadas para Milão. Actualmente, elas estão num riquíssimo relicário, guardadas na bela catedral gótica de Colônia, na Alemanha, desde 1164.
O termo “epifania” transcreve a palavra grega que significa “manifestação”, “dar-se a conhecer”.
É Deus que se manifesta – dá-se a conhecer – na pessoa de Jesus que veio ao mundo para salvar, iluminando, com a luz da Sua palavra, o coração e a vida de todos os homens da terra.
A par da Páscoa, do Natal e do Pentecostes, a celebração da Epifania tem um lugar muito especial e importante na liturgia cristã.
Em muitos lugares, a celebração da Epifania é o dia, por excelência, em que se trocam presentes, recordando o facto dos Reis Magos terem oferecido presentes a Jesus.
O Evangelho apresenta-nos personagens conhecidos como 'Sábios', que deixaram a sua terra de origem, a sua cultura, o seu trabalho e a comodidade da sua casa para sair à procura daquele de quem falavam as profecias: um rei que salvaria o mundo e que governaria com justiça, devolvendo a esperança à humanidade.
De facto, a Escritura diz: «Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, chegaram a Jerusalém uns magos vindos do Oriente. E perguntaram: «Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo.» (cf. Mateus 2, 1-2).
Desde a antiguidade, existe a convicção de que eram três os Reis Magos e que os seus nomes eram Melchior, Gaspar e Baltasar. Esta tradição é muito forte, em parte graças a um famoso mosaico encontrado em Ravena - Itália que remonta ao século VI. Neste mosaico, os três nomes mencionados aparecem claramente gravados.
A narrativa bíblica continua afirmando que os Magos entraram na casa, “viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, adoraram-no; e, abrindo os cofres, ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra” (cf. Mateus 2, 11): ouro, para anunciar a sua realeza; incenso, para proclamar a sua divindade; e mirra, para afirmar a sua verdadeira condição humana e para afirmar a dádiva da sua vida em resgate os pecados dos homens.
Diz a tradição que, após a visita ao Menino Jesus, quando lhe ofereceram os três célebres presentes, os reis passaram a viver juntos na Índia. Diz-se, também, que São Tomé quando para lá se dirigiu, encontrou emblemas artísticos da estrela e do Menino Jesus, assim como o sinal da Cruz, mandados gravar pelos três Reis que agora lá viviam.
Foi ela também quem encontrou e obteve as relíquias dos três Reis, na Índia, nas províncias dominadas pelo Império Romano, trazendo-as para a grandiosa Basílica de Santa Sofia, em Constantinopla (hoje, Istambul). De lá, séculos depois, as relíquias foram transladadas para Milão. Actualmente, elas estão num riquíssimo relicário, guardadas na bela catedral gótica de Colônia, na Alemanha, desde 1164.
