DIA
MUNDIAL DAS MISSÕES
O Dia Mundial das Missões, este ano
celebrado no dia 18 de Outubro, é o dia em que a Igreja universal reza pelas
missões e pelos missionários, procurando apoiar toda a acção missionária de
forma especial. Este dia é celebrado, em todo o mundo, no penúltimo domingo de
Outubro, considerando que o mês de Outubro é chamado o "Mês das
Missões".
A ideia surgiu, justamente, no ano em que o Papa Pio XI publicou a encíclica Rerum Ecclesiae (As coisas (assuntos) da Igreja) [A Encíclica Rerum Ecclesiae foi publicada em 28 de Fevereiro de 1926, dando continuidade à ‘Maximum Illud’, do Papa Bento XV, reforçando os fundamentos da cooperação missionária da Igreja. A Encíclica afirma que a missão é responsabilidade de toda a Igreja. Convida-a para a cooperação missionária por meio da oração, da ajuda material e do incentivo às vocações. Apesar das limitações próprias da sua época, a Rerum Ecclesiae representou um avanço decisivo ao consolidar a missão como dimensão essencial da identidade da Igreja e ao promover a formação de Igrejas locais, verdadeiramente universais.
O Papa Pio XI, pelo seu impulso missionário, ficou conhecido como o “Papa Missionário”, pois realizou a ordenação dos primeiros seis bispos chineses (1926); a instituição do Dia Mundial das Missões (1926); a proclamação de São Francisco Xavier e de Santa Teresinha do Menino Jesus como padroeiros das missões (1927)]
A primeira celebração do Dia Mundial das Missões em Outubro de 1926 e, desde então, tem sido sempre celebrado. Neste ano de 2026, celebra-se o seu centenário, com o tema escolhido pelo Papa Leão XIV "Um em Cristo, unido na missão".
Na sua mensagem para este centenário, o Papa Leão XIV quer dar um contributo à construção da unidade da
Igreja, adoptando uma aproximação teológica que nos pede uma leitura espiritual
do texto. Numa das partes da sua mensagem, Leão XIV relaciona a missão com o
amor e afirma que o amor é a substância da Igreja e da sua missão. O amor une
os cristãos com todas as pessoas e todos os povos; o poder do amor une as
pessoas e os povos, sem negar a diversidade de pessoas e culturas; e só o amor
permite sarar as feridas e os traumas que as divisões geram impedindo a
comunhão.
O Papa escreve: “Obviamente, a unidade missionária não deve ser entendida como uniformidade, mas como convergência dos diferentes carismas para o mesmo objectivo: tornar visível o amor de Cristo e convidar todos a um encontro com Ele. A evangelização realiza-se quando as comunidades locais colaboram entre si e quando as diferenças culturais, espirituais e litúrgicas se expressam, plena e harmoniosamente, na mesma fé. Encorajo, deste modo, as instituições e realidades eclesiais a fortalecer o sentido de comunhão missionária eclesial e a desenvolver, com criatividade, formas concretas de colaboração entre si para a missão e na missão.”
A ideia surgiu, justamente, no ano em que o Papa Pio XI publicou a encíclica Rerum Ecclesiae (As coisas (assuntos) da Igreja) [A Encíclica Rerum Ecclesiae foi publicada em 28 de Fevereiro de 1926, dando continuidade à ‘Maximum Illud’, do Papa Bento XV, reforçando os fundamentos da cooperação missionária da Igreja. A Encíclica afirma que a missão é responsabilidade de toda a Igreja. Convida-a para a cooperação missionária por meio da oração, da ajuda material e do incentivo às vocações. Apesar das limitações próprias da sua época, a Rerum Ecclesiae representou um avanço decisivo ao consolidar a missão como dimensão essencial da identidade da Igreja e ao promover a formação de Igrejas locais, verdadeiramente universais.
O Papa Pio XI, pelo seu impulso missionário, ficou conhecido como o “Papa Missionário”, pois realizou a ordenação dos primeiros seis bispos chineses (1926); a instituição do Dia Mundial das Missões (1926); a proclamação de São Francisco Xavier e de Santa Teresinha do Menino Jesus como padroeiros das missões (1927)]
A primeira celebração do Dia Mundial das Missões em Outubro de 1926 e, desde então, tem sido sempre celebrado. Neste ano de 2026, celebra-se o seu centenário, com o tema escolhido pelo Papa Leão XIV "Um em Cristo, unido na missão".
O Papa escreve: “Obviamente, a unidade missionária não deve ser entendida como uniformidade, mas como convergência dos diferentes carismas para o mesmo objectivo: tornar visível o amor de Cristo e convidar todos a um encontro com Ele. A evangelização realiza-se quando as comunidades locais colaboram entre si e quando as diferenças culturais, espirituais e litúrgicas se expressam, plena e harmoniosamente, na mesma fé. Encorajo, deste modo, as instituições e realidades eclesiais a fortalecer o sentido de comunhão missionária eclesial e a desenvolver, com criatividade, formas concretas de colaboração entre si para a missão e na missão.”
