BEATO LEÃO
NOWAKOWSKI
Leão Nowakowski nasceu no
dia 28 de Junho de 1913, em Bytoń, na região de Kujawy, na Polónia. Era filho
de Władysław Nowakowski e de Ana Lichmańska,
Frequentou a escola primária em Morzyce e, posteriormente, o colégio Jan Długosz para rapazes, em Włocławek. Depois de concluir o ensino médio, matriculou-se na Faculdade de Matemática e Ciências Naturais da Universidade de Varsóvia, mas foi rejeitado.
Em 1932, entrou no Seminário Teológico de Włocławek. Durante os seus estudos, foi presidente da Confraria da Ordem Terceira de São Francisco. Depois de ter sido ordenado sacerdote, no dia 20 de Junho de 1937, pelo Bispo Carlos Radoński, foi enviado para a Universidade Católica de Lublin, para continuar os seus estudos e, posteriormente, foi para a Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.
Depois de ter terminado o curso de Teologia, em Julho de 1939, voltou à Polónia, a Kujawy, a sua paróquia natal. Estava na Polónia quando começou a Segunda Guerra Mundial e quando a Polónia foi invadida pelas tropas nazis, dando origem à repressão contra os intelectuais polacos, incluindo a perseguição do clero.
No início de Outubro de 1939, quando os alemães prenderam o Padre da paróquia de Byton, as suas funções foram assumidas pelo Padre Nowakowski. Nesse mês de Outubro, ele mesmo foi preso pela Gestapo, quando se dirigia para a Igreja, para a oração do terço.
Foi transferido para Piotrków Kujawski e mantido prisioneiro, juntamente com outros padres, na residência paroquial local.
Na noite de 31 de Outubro, os alemães reuniram todos os padres presos, incluindo o Padre Nowakowski, e foram fuzilados num campo próximo, na propriedade Tabaczyński. Os seus corpos foram levados para fora da cidade e enterrados numa vala comum.
Após a guerra, em Abril de 1945, os corpos foram exumados. Após um funeral solene, os restos mortais do Padre Leão Nowakowski foram sepultados no cemitério paroquial de Piotrków Kujawski.
Foi beatificado pelo Papa João Paulo II, em Varsóvia, Polónia, no dia 13 de Junho de 1999, juntamente com outros 107 mártires polacos. Durante a sua homilia, o Papa disse: “… Hoje estamos a celebrar a vitória daqueles que, no nosso tempo, deram a vida por Cristo; deram a vida temporal para a possuir, pelos séculos, na sua glória. Trata-se de uma vitória particular, porque é compartilhada pelos representantes do clero e dos leigos, jovens e idosos, pessoas de várias classes e posições. Entre eles estão D. Antoni Julian Nowowiejski, Pastor da Diocese de Plock, torturado até à morte em Dzialdowo; e D. Wladyslaw Goral de Lublim, torturado com particular ódio somente porque era Bispo católico. Há sacerdotes diocesanos e religiosos, que morreram porque não quiseram abandonar o seu ministério, e aqueles que morreram servindo os companheiros de prisão, doentes de tifo; há pessoas que foram torturadas até à morte pela defesa dos judeus. No grupo dos Beatos existem irmãos religiosos e irmãs, que perseveraram no serviço da caridade e na oferta dos seus tormentos pelo próximo. Entre estes Beatos mártires contam-se também leigos. Há cinco leigos jovens, formados no oratório salesiano; um activista zeloso da Acção Católica, um catequista leigo, torturado até à morte pelo seu serviço, e uma mulher heróica que deu livremente a sua vida em troca da vida da sua nora, que esperava um filho. Hoje, estes Beatos mártires são inscritos na história da santidade do Povo de Deus, peregrinante em terra polaca há mais de mil anos.
Se hoje nos alegramos pela beatificação de 108 Mártires clérigos e leigos, fazemo-lo antes de mais porque eles são o testemunho da vitória de Cristo, o dom que restitui a esperança. Enquanto realizamos este acto solene, num certo sentido, revive em nós a certeza de que, independentemente das circunstâncias, podemos obter a vitória plena em tudo, graças Àquele que nos amou (cf. Rm 8, 37). Os Beatos mártires bradam aos nossos corações: crede que Deus é amor! Acreditai n'Ele, no bem e no mal! Despertai em vós a esperança! Que esta dê, em vós, o fruto da fidelidade a Deus, em cada provação! …”
A memória litúrgica do Beato Leão Nowakowski é celebrada no dia 31 de Outubro.
Frequentou a escola primária em Morzyce e, posteriormente, o colégio Jan Długosz para rapazes, em Włocławek. Depois de concluir o ensino médio, matriculou-se na Faculdade de Matemática e Ciências Naturais da Universidade de Varsóvia, mas foi rejeitado.
Em 1932, entrou no Seminário Teológico de Włocławek. Durante os seus estudos, foi presidente da Confraria da Ordem Terceira de São Francisco. Depois de ter sido ordenado sacerdote, no dia 20 de Junho de 1937, pelo Bispo Carlos Radoński, foi enviado para a Universidade Católica de Lublin, para continuar os seus estudos e, posteriormente, foi para a Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.
Depois de ter terminado o curso de Teologia, em Julho de 1939, voltou à Polónia, a Kujawy, a sua paróquia natal. Estava na Polónia quando começou a Segunda Guerra Mundial e quando a Polónia foi invadida pelas tropas nazis, dando origem à repressão contra os intelectuais polacos, incluindo a perseguição do clero.
No início de Outubro de 1939, quando os alemães prenderam o Padre da paróquia de Byton, as suas funções foram assumidas pelo Padre Nowakowski. Nesse mês de Outubro, ele mesmo foi preso pela Gestapo, quando se dirigia para a Igreja, para a oração do terço.
Foi transferido para Piotrków Kujawski e mantido prisioneiro, juntamente com outros padres, na residência paroquial local.
Na noite de 31 de Outubro, os alemães reuniram todos os padres presos, incluindo o Padre Nowakowski, e foram fuzilados num campo próximo, na propriedade Tabaczyński. Os seus corpos foram levados para fora da cidade e enterrados numa vala comum.
Após a guerra, em Abril de 1945, os corpos foram exumados. Após um funeral solene, os restos mortais do Padre Leão Nowakowski foram sepultados no cemitério paroquial de Piotrków Kujawski.
Foi beatificado pelo Papa João Paulo II, em Varsóvia, Polónia, no dia 13 de Junho de 1999, juntamente com outros 107 mártires polacos. Durante a sua homilia, o Papa disse: “… Hoje estamos a celebrar a vitória daqueles que, no nosso tempo, deram a vida por Cristo; deram a vida temporal para a possuir, pelos séculos, na sua glória. Trata-se de uma vitória particular, porque é compartilhada pelos representantes do clero e dos leigos, jovens e idosos, pessoas de várias classes e posições. Entre eles estão D. Antoni Julian Nowowiejski, Pastor da Diocese de Plock, torturado até à morte em Dzialdowo; e D. Wladyslaw Goral de Lublim, torturado com particular ódio somente porque era Bispo católico. Há sacerdotes diocesanos e religiosos, que morreram porque não quiseram abandonar o seu ministério, e aqueles que morreram servindo os companheiros de prisão, doentes de tifo; há pessoas que foram torturadas até à morte pela defesa dos judeus. No grupo dos Beatos existem irmãos religiosos e irmãs, que perseveraram no serviço da caridade e na oferta dos seus tormentos pelo próximo. Entre estes Beatos mártires contam-se também leigos. Há cinco leigos jovens, formados no oratório salesiano; um activista zeloso da Acção Católica, um catequista leigo, torturado até à morte pelo seu serviço, e uma mulher heróica que deu livremente a sua vida em troca da vida da sua nora, que esperava um filho. Hoje, estes Beatos mártires são inscritos na história da santidade do Povo de Deus, peregrinante em terra polaca há mais de mil anos.
Se hoje nos alegramos pela beatificação de 108 Mártires clérigos e leigos, fazemo-lo antes de mais porque eles são o testemunho da vitória de Cristo, o dom que restitui a esperança. Enquanto realizamos este acto solene, num certo sentido, revive em nós a certeza de que, independentemente das circunstâncias, podemos obter a vitória plena em tudo, graças Àquele que nos amou (cf. Rm 8, 37). Os Beatos mártires bradam aos nossos corações: crede que Deus é amor! Acreditai n'Ele, no bem e no mal! Despertai em vós a esperança! Que esta dê, em vós, o fruto da fidelidade a Deus, em cada provação! …”
A memória litúrgica do Beato Leão Nowakowski é celebrada no dia 31 de Outubro.
