PALAVRA COM SENTIDO
“…Soltai brados de alegria… Fazei ouvir os vossos louvores…” (cf. Jeremias 31, 7)
O convite à alegria é permanente, na Palavra do Senhor. A alegria nasce da fé no Senhor que salva o seu povo; é fermento de esperança, na tristeza que envolve a vida; é testemunho do amor que se verga sob o peso da cruz; é proclamação da verdade que nos liberta. O desafio da alegria afronta o ódio, a vingança, a marginalidade, a violência, porque é criador de unidade, de comunhão, de festa, de encontro e de paz… A verdadeira alegria: aquela que vem de Deus e anima a nossa acção missionária. Por ela, somos convidados a louvar e a agradecer as maravilhas que Deus faz em nós e, por nós, no meio do mundo. Cantar a alegria da fé, do amor incondicional, da vida doada em serviço por amor, da fraternidade que construímos na harmonia das palavras e na beleza dos gestos, da esperança que destrói muros e lança pontes de solidariedade e de perdão. Acolher a alegria de Jesus presente no meio de nós…
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
O PAPA BENTO XVI APRESENTA A SUA RENÚNCIA
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
INÍCIO DA QUARESMA
(Homilia do Papa Bento XVI, na Missa de 4º feira de cinzas de 2011)
PALAVRAS DO PAPA
ANO DA FÉ
Na Igreja Matriz de Santa Maria da Feira, sob proposta da Assessoria Vicarial da Pastoral Familiar, realizou-se, no dia 8 de Fevereiro, um encontro de formação ( o último de três programados: São Jorge, Santa Maria de Lamas ) com o tema: Educar para a fé. Como já havíamos informado, orientou este trabalho o Dr. Daniel Bastos, Diácono permanente da Paróquia de Matosinhos e psicólogo de profissão. Estiveram presentes numerosos casais que, no espaço do diálogo, interpelaram o conferencista acerca dos desafios da educação da fé, num mundo tão marcadamente secularista. O encontro teve, também, momentos de carácter artístico - cultural, animados pela Mafalda Campos e pelo João Carlos Soares que tocaram e cantaram para admiração e deleite dos participantes. Um abrigado sincero pela disponibilidade de todos os intervenientes.
- Formação de catequistas
Por propostas dos Secretariados Paroquiais da Catequese das Paróquias de Escapães e Santa Maria da Feira (pólo da Igreja Matriz), realizou-se, no dia 9 de Fevereiro, na Casa do Povo de Santa Maria da Feira, um encontro de formação, com o tema: “Revitalizar e professar a fé: conhecer a proposta da ‘Porta da Fé’…” As paróquias mobilizaram os seus catequistas, que estiveram presentes, em grande número. O trabalho foi orientado pelo pároco de ambas as paróquias.
Na minha primeira Encíclica,
deixei já alguns elementos que permitem individuar a estreita ligação entre
estas duas virtudes teologais: a fé e a caridade. Partindo duma afirmação fundamental
do apóstolo João: «Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele» (1
Jo 4, 16), recordava que, «no início do ser cristão, não há uma decisão ética
ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá
à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo. (...) Dado que Deus
foi o primeiro a amar-nos (cf. 1 Jo 4, 10), agora o amor já não é apenas um
“mandamento”, mas é a resposta ao dom do amor com que Deus vem ao nosso
encontro» (Deus caritas est, 1). A fé constitui aquela adesão pessoal – que
engloba todas as nossas faculdades - à revelação do amor gratuito e
«apaixonado» que Deus tem por nós e que se manifesta plenamente em Jesus
Cristo. O encontro com Deus Amor envolve não só o coração, mas também o
intelecto: «O reconhecimento do Deus vivo é um caminho para o amor, e o sim da
nossa vontade à d’Ele une intelecto, vontade e sentimento no acto globalizante
do amor. Mas isto é um processo que permanece continuamente a caminho: o amor
nunca está "concluído" e completado» (ibid., 17). Daqui deriva, para
todos os cristãos e em particular para os «agentes da caridade», a necessidade
da fé, daquele «encontro com Deus em Cristo que suscite neles o amor e abra o
seu íntimo ao outro, de tal modo que, para eles, o amor do próximo já não seja
um mandamento por assim dizer imposto de fora, mas uma consequência resultante
da sua fé que se torna operativa pelo amor» (ibid., 31). O cristão é uma pessoa
conquistada pelo amor de Cristo e, movido por este amor - «caritas Christi
urget nos» (2 Cor 5, 14) -, está aberto de modo profundo e concreto ao amor do
próximo (cf. ibid., 33). Esta atitude nasce, antes de tudo, da consciência de
ser amados, perdoados e mesmo servidos pelo Senhor, que Se inclina para lavar
os pés dos Apóstolos e Se oferece a Si mesmo na cruz para atrair a humanidade
ao amor de Deus. «A fé mostra-nos o Deus que entregou o seu Filho por nós e
assim gera em nós a certeza vitoriosa de que isto é mesmo verdade: Deus é amor!
(...) A fé, que toma consciência do amor de Deus revelado no coração
trespassado de Jesus na cruz, suscita por sua vez o amor. Aquele amor divino é
a luz – fundamentalmente, a única – que ilumina incessantemente um mundo às
escuras e nos dá a coragem de viver e agir» (ibid., 39). Tudo isto nos faz
compreender como o procedimento principal que distingue os cristãos é precisamente
«o amor fundado sobre a fé e por ela plasmado»…”PARA REZAR
Inclino-me voltado para o teu santo templo
e louvarei o teu nome,
pela tua bondade e pela tua fidelidade,
porque foste mais além das tuas promessas.
Quando te invoquei, atendeste-me
e aumentaste as forças da minha alma.
Todos os reis da terra te louvarão, Senhor,
ao ouvirem as palavras da tua boca.
Celebrarão os caminhos do Senhor,
pois grande é a sua glória.
O Senhor é excelso, mas repara no humilde
e reconhece de longe o soberbo.
Quando estou em angústia, conservas-me a vida;
estendes a mão contra a ira dos meus inimigos,
e a tua mão direita me salva.
O Senhor tudo fará por mim!
Ó Senhor, o teu amor é eterno!
Não abandones a obra das tuas mãos!








