PALAVRA COM SENTIDO
“…Soltai brados de alegria… Fazei ouvir os vossos louvores…” (cf. Jeremias 31, 7)
O convite à alegria é permanente, na Palavra do Senhor. A alegria nasce da fé no Senhor que salva o seu povo; é fermento de esperança, na tristeza que envolve a vida; é testemunho do amor que se verga sob o peso da cruz; é proclamação da verdade que nos liberta. O desafio da alegria afronta o ódio, a vingança, a marginalidade, a violência, porque é criador de unidade, de comunhão, de festa, de encontro e de paz… A verdadeira alegria: aquela que vem de Deus e anima a nossa acção missionária. Por ela, somos convidados a louvar e a agradecer as maravilhas que Deus faz em nós e, por nós, no meio do mundo. Cantar a alegria da fé, do amor incondicional, da vida doada em serviço por amor, da fraternidade que construímos na harmonia das palavras e na beleza dos gestos, da esperança que destrói muros e lança pontes de solidariedade e de perdão. Acolher a alegria de Jesus presente no meio de nós…
sábado, 8 de dezembro de 2012
PALAVRAS DO PAPA
ANO DA FÉ
II. Igreja de S. Gonçalo (Amarante)
III. Igreja Matriz de Santa Maria da Feira
IV. Santuário de Nossa Senhora da Assunção (Santo Tirso)
V. Santuário de Nossa Senhora da Piedade (Penafiel)
VI. Santuário de Nossa Senhora da La Salette (Oliveira de Azeméis)
VII. Santuário de Santa Quitéria (Felgueiras)
VIII. Santuário Diocesano de Santa Rita (Ermesinde)
IX. Santuário do Menino Jesus de Praga (Avessadas - Marco de Canaveses)
X. Santuário do Monte da Virgem (Vila Nova de Gaia)
P António Coelho, Vigário Geral
PARA REZAR
Embora seja noite.
Embora seja noite.
Embora seja noite.
Embora seja noite.
Embora seja noite.
Embora seja noite.
Embora seja noite.
Embora seja noite.
E esta eterna fonte está escondida
Em este vivo pão a dar-nos vida,
Embora seja noite.
Porque é de noite.
Embora de noite.
SANTOS POPULARES
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
A PARÓQUIA DA FEIRA ASSINALA O ANO DA FÉ
16h00H | Igreja Matriz
21H00 | Igreja Matriz
17H00 | Centro de Cultura e Recreio do Orfeão da Feira
ADVENTO
O tempo do Advento celebra a expectativa da vinda do Senhor. Tem uma duração de quatro semanas: de 2 a 24 de Dezembro. Ao longo deste tempo, queremos reavivar a esperança da vinda do Senhor: da Sua vinda, no fim dos tempos; da Sua vinda em cada hora, de cada dia; a Sua vinda há cerca de dois mil anos. Ao prepararmos o Natal, somos convidados a viver com mais alegria, com mais fidelidade, com mais caridade dando testemunho da nossa fé em tudo o que o Senhor fez para nos salvar. A liturgia do Advento mostra, através de vários sinais, a dinâmica da espera que desemboca na alegria do Natal: nas orações e na palavra de cada Domingo, repetem-se, muitas vezes, expressões como: “vem, Senhor Jesus”, “a salvação está próxima”, “preparai os caminhos do Senhor”; não se reza ou canta o “Glória”; a música torna- se mais sóbria; reduz-se a decoração dos altares; as vestes litúrgicas tomam a cor roxa. Acerca do Advento, disse o Papa Bento XVI:

“…O Advento, este tempo litúrgico forte que estamos a começar, convida-nos a determo-nos para captar uma presença. É um convite a compreender que os acontecimentos de cada dia são gestos que Deus nos dirige, sinais da atenção que Ele tem por cada um de nós. Quantas vezes, Deus nos faz sentir algo do seu amor! Escrever, por assim dizer, um "diário interior" deste amor seria uma tarefa bonita e saudável para a nossa vida! O Advento convida-nos e estimula-nos a contemplar o Senhor que está presente. A certeza da sua presença não deveria ajudar-nos a ver o mundo com olhos diferentes? Não deveria ajudar-nos a considerar toda a nossa existência como uma "visita", um modo em que Ele pode vir ter connosco e estar ao nosso lado em cada situação? ...”
SÃO NICOLAU
PALAVRAS DO PAPA
ANO DA FÉ
PARA REZAR
SANTOS POPULARES
Francisco Xavier nasceu perto de Pamplona, em Espanha, no dia 7 de Abril de 1506. Era o quinto filho de D. João de Jassu, senhor de Xavier e Ydocin, e de Dona Maria de Azpilcueta e Xavier. Aos 19 anos, foi para Paris para estudar Humanidades, no Colégio de Santa Bárbara. Depois, formou-se em Filosofia e Teologia, na Sorbonne, uma das universidades mais conceituadas do seu tempo. Em Paris, conheceu Inácio de Loyola. Tornou-se seu amigo e, também, seu seguidor fazendo parte do primeiro grupo da Companhia de Jesus, fundada por Inácio de Loyola. No dia 15 de Agosto de 1534, na Capela de Montmartre, em Paris, fez votos de pobreza e decastidade perpétua. Foi ordenado sacerdote, em Veneza, no dia 24 de Junho de 1537, indo depois para Roma, onde se colocou à disposição do Papa para o serviço da Igreja, de acordo com a regra da Companhia de Jesus. No dia 15 de Março de 1540, partiu com destino a Lisboa, onde chegou três meses depois. Enviado pelo Papa Paulo III, foi a resposta de Roma aos apelos veementes do Rei de Portugal, D. João III, preocupado com a evangelização da Índia e a dilatação da Fé, no Oriente. Em Lisboa, o Pe. Francisco Xavier foi residir no Hospital de Todos- os-Santos onde, de imediato, se dedicou aos enfermos e ao ensino da doutrina cristã. Em pouco tempo, apercebeu-se da alma universal dos portugueses e, de Lisboa, embarca, no dia 7 de Abril de 1541, na Armada das Índias, para anunciar o evangelho no Oriente. Antes da partida, o Rei D. João III entregou-lhe o documento em que o Papa o nomeava Núncio Apostólico na Índia, com amplos poderes para estabelecer e manter a Fé em todo o Oriente. Depois de uma breve passagem por Moçambique, chegou a Goa, no dia 6 de Maio de 1542. Imediatamente, ofereceu os seus serviços a D. João de Albuquerque que pastoreava a Diocese de Goa, na altura a maior diocese da Cristandade. Logo se apercebeu de que a vida religiosa e espiritual daquela região era muito precária e necessitada de verdadeira e eficaz assistência. A sua vida tornou-se um frenesim: sempre a correr de um lado para outro, por terra e por mar, para poder anunciar a todos a boa nova de Jesus. Percorreu grande parte da India no afã de converter a Jesus todos os que encontrasse no seu caminho. Em Outubro de 1543, regressou a Goa. Fundada canonicamente a Companhia de Jesus, o Padre Francisco Xavier foi nomeado Superior de toda a Missão da Índia Oriental, desde o Cabo da Boa Esperança até à China. Nos dez anos vividos na Índia, ensina, baptiza e reconcilia príncipes desavindos. Em 15 de Agosto de 1549, via Cochim e Malaca e navegando pelos mares da China, chegou a Kagochima, na costa meridional do Japão. De regresso a Cochim, enviou cartas ao Rei D. João III, solicitando o envio de reforços missionários. Sonhando evangelizar a China, para lá se dirigiu, a bordo da nau Santa Cruz. Em Singapura voltou a escrever a D. João III. Em Setembro de 1552, desembarcou na Ilha de Sanchoão, a dez léguas da Ilha de Macau, na China. Aí adoece gravemente. Sofrendo de vertigens e convulsões, minado por febres devoradoras, cheio de privações, morre de exaustão, só e pobre, na noite de 2 para 3 de Dezembro de 1552. O Padre Francisco Xavier percorreu milhares de quilómetros, cruzou várias vezes os mares do Índico e do Pacífico, visitando mais de cinco dezenas de reinos, fundando Igrejas, reorganizando as missões. A sua vida foi um exemplo de humildade e de solidariedade cristã, de amor ao próximo e de evangélica pobreza: era venerado por milhões de pessoas de todas as condições sociais, de todas as idades, de todas as etnias. A fama de santo - o "Santo de Goa" - tinha chegado a toda a parte e as suas virtudes eram exaltadas por todos. Em 17 de Fevereiro de 1553, o seu corpo foi trasladado para Malaca e dali para Goa, onde chegou no dia 16 de Março de 1554. A recebê-lo, numa impressionante manifestação de fé, estavam o Vice-Rei, o clero, a nobreza e o imenso povo. A fama da sua santidade cresceu extraordinariamente depois da morte. Os milagres, que lhe são atribuídos, tornam-se conhecidos e aumenta a devoção ao “santo de Goa”. No dia 25 de Outubro de 1605, Francisco Xavier foi beatificado pelo Papa Paulo V e o Papa Gregório XV canonizou-o no dia 12 de Março de 1622. No dia 24 de Fevereiro de 1748, o Papa Bento XIV proclamou-o Padroeiro do Oriente e, em 1904, o Papa Pio X coloca sob a sua protecção a Sagrada Congregação da Propagação da Fé. Em 1927, Pio XI constitui-o, juntamente com Santa Teresinha do Menino Jesus, padroeiro de todas as obras missionárias. O seu corpo repousa numa riquíssima urna de prata, na Basílica do Bom Jesus, na Velha Goa, na Índia. Todos os anos, milhares de peregrinos, crentes e não crentes, dirigem-se ao seu túmulo, venerando o "Homem Bom", o “Apóstolo incansável da Índia” A Igreja faz a sua memória litúrgica no dia 3 de Dezembro.










